domingo, 12 de agosto de 2018

De cabelo em pé



A expressão antiga me ocorreu, hoje cedo, na hora de tomar o café da manhã. Até então, eu não havia conseguido fazer nenhum comentário sobre o Debate dos Presidenciáveis na Band. Mas, fiquei de cabelo em pé! Isto traduz a forma como me senti durante o Debate, na noite de quinta-feira, ao ouvir as perguntas rápidas e as respostas também rápidas de alguns - ilustres ou não - convidados daquela noite.
Com um sentimento de estranheza, um riso fora de lugar me desconcentrou durante algumas respostas dadas pelos Presidenciáveis. Com certeza, estes são os personagens deste momento de nossa história. Mas não é ficção. É História.
Gostaria de ouvir historiadores, cientistas políticos e filósofos comentando este momento. O tema não é banal para brincadeiras!


Rio, 12 de agosto de 2018

Domingo no mar





                                         
Fotos de José Eduardo Barros
                no final do Leblon.

Dois poemas em foco

                                                        Livro: Outonos, 7Letras 2014

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

César Bisso, poeta argentino

—Amigos, compañeros de ruta te han ido surgiendo y con nosotros compartiste sus nombres. Circunstanciales unos, entrañables otros y, hasta diría, algunos, imprescindibles.
—Los antiguos griegos llamaban pharus a los fanales que iluminaban la entrada a los puertos. Desde mi perspectiva literaria me gustó llamar faros a quienes supieron alumbrar el sinuoso camino de mi poesía. Sin lugar a dudas esa primera torre que iluminó el bajel de las ilusiones, como antes te contaba, fue Francisco Mian, un profesor de Literatura, en mi juventud santafesina. Luego siguieron otros, como Raúl Gustavo Aguirre y Rubén Vela, en el derrotero de mis primeros años por la gran urbe porteña. Y después vienen los que remaron (y aún reman) a la par en la vida, muchos de los cuales ya fui nombrando. Agrego los de algunos extranjeros con los que alterné en festivales, de entre los más cercanos al corazón: Zingonia Zingone (Italia), David Castillo (España), Ales Steger (Eslovenia), Gary Daher Canedo (Bolivia), Luis Bravo (Uruguay), Carlos Enrique Ruiz (Colombia), Gloria Gabuardi (Nicaragua), Lucy Chau (Panamá), Rogerio Mora (Cuba), Etnairis Rivera (Puerto Rico), Roberto Arismendi (México), Waldina Mejía (Honduras), Thomas Boberg (Dinamarca), Adnan Ozer (Turquía), Solange Rebuzzi (Brasil) y José Muchnik (argentino radicado en Francia).
 Caro César Bisso,
encontro com alegria a sua entrevista na internet. E, publico aqui o trecho onde vc declara que os amigos, os poetas, são como faróis que podem iluminar a poesia um do outro. Viva! Saudações!

No saber

El río persigue lo que no fue dado.
¿Bastarían credo, diálogo, letanía,
ascender al espacio de inmortal verdor?
De haber diluvio, sacramento, caos
en el cielo y en la tierra ¿tendría
la eternidad rumbo de aguas estancadas?
Brotan incontables ojos en medio de la isla.
Alrededores de espuma. La serpiente ignora
y desliza fuego de cometa terrenal. El destino
no acaba en su veneno ni en mi resistencia.
Miro el río. Estremece no saber lo que da.
(de Isla adentro)
https://letralia.com/entrevistas/2018/04/08/entrevista-a-cesar-bisso/

Caderno peixe negro - em versos



terça-feira, 7 de agosto de 2018

Na linha do olhar: a festa aos antepassados italianos



                                       
                                       


                                          Fotos feitas por nós em março de 2018.

Roma em cena - poema do livro Outonos

Trastevere nasce na manhã
respingada.
Escuto a cena matutina.

Pedras negras e roliças
não acomodam os pés.
Escorregam.
Há os espaços largos
e os famintos que pedem.

No antigo bairro romano
a igreja de Santa Maria
guarda o pó
no brilho dos antigos.

Trastevere atravessa.
Do outro lado
- rio Tibre -
noites de verão.
Excessos.

Estreitas ruas
pequeninas janelas
paredes casas medievais
quentes cores recobrem
cenas de Fellini.

Na fonte três mendigos
lavam o algodão.
Gesticulam.
Due donne
falam. Tu pensas?

Caminhonetes mercadorias.
Os cafés desfilam.
Trastevere acorda.
Trastevere, uma manhã respingada.
Assombrada.


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Na linha do olhar - parques, jardins e esculturas

                                         Parque de Bagatelle, Paris - Esculturas de Krajcberg
                                             
                                                    "Centauro morrendo" de Bourdelle
                                                     em Buenos Aires
                                                    (próximo ao Museu de Belas Artes)
                                                       Esculturas em fragmentos. Parque em
                                                       Arles, França
                                                       "Pureza" do grego Costas Valsensis. Parc
                                                       Montsouris, Paris
                                                       A fonte- Deusa Thetis no Jardim Botânico
                                                      do Rio de Janeiro. Obra de Louis Leguesne

domingo, 5 de agosto de 2018

Pequena Nota sobre política:

Os políticos do País jogaram na "vala comum" a política do nosso País.
E, de tal forma que  a maioria dos jornalistas não consegue assunto sério
para entrevistá-los.
Nós, meros cidadãos, agora importamos e muito. Ou melhor, iremos
"respirar" no pouco espaço que nos resta no horizonte. E, não será com
Bolsonaro. Never ! ( Nunca a repetição de um Trump!)
Mas com MARINA, porque teremos a chance de ar puro!!!