segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

segundo fragmento

Quando o ar do verão corta o corredor vazio ou “uma pétala tomba da rosa na jarra”, Virgínia escreve que não ama ninguém exceto seu pai. Parecendo mesmo estar se mantendo para recobrir de palavras o tempo, as diferentes afirmações, também as de seus personagens, caminham para nos dizer que, entre as árvores e o ar verde das folhagens, podemos encontrar os vestígios do que mais importa. Ou seja, as palavras brancas como pedra, ou as amarelas, flamejantes, com as diferentes tonalidades do dia e das emoções que nos arrastam.

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