domingo, 21 de fevereiro de 2010

Textos inéditos

No dia 11 de março


Escrevo enquanto aguardo o Colóquio de Michel Collot, na Sorbonne, Paris III.

Pela manhã, já na Sorbonne, pesquiso em livros da Biblioteca de Literatura Brasileira com a ajuda de Antonio, um brasileiro que trabalha aqui nesta pequena biblioteca. Encontro títulos que vão me interessar.





À Tarde:
No colóquio “Paisagem e modernidade”, participo como ouvinte, afirmo em francês que sou estudante brasileira.
Permaneço impressionada com a apresentação de um professor chinês.
Ao analisar um poema que se escreve em um papel com uma dobradura, na arte do papel que se mostra nas dobras, e diante do público que lotou a pequenina jóia-sala da Sorbonne, o chinês abriu o poema e, em pé, nos explicou como este poeta usou o termo souffle enquanto força.
O poema é “A errância do pássaro”, e foi traduzido por esse professor chinês e poeta para a língua francesa.
Não consigo me lembrar das palavras exatamente. Continuei com o gesto e o movimento das dobras de um poema-artefacto-de-arte que se abriu diante de nós e soprou sua força!

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