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sábado, 6 de março de 2010

Escritos em obra

13.
Acomoda-se de forma bem sutil a palavra.
A carne viva, na cor predileta de Matisse, mostra-se em dias alternados e perfura a vida da lembrança.
As sombras correm.
Escorrem por debaixo das veredas e das portas fechadas.

O rumor noturno chega para os insones e castiga mais as pernas que os braços. Instala-se como uma veste triste que não me deixa mentir. Invade os pensamentos e permanece fora da luz.

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