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domingo, 11 de setembro de 2011

Notas sobre tradução

1.       A tradução em andamento
Sobre a tradução de “A cabra” de Francis Ponge em meus exercícios reflexivos e leituras visando um ensaio sobre a escrita de Ponge, encontrei um texto de Bernard Beugnot que me ajudará a escrever sobre a forma. Este também faz parte do material de Ponge depositado na biblioteca Jacques Doucet em Paris, a que fica dentro da Biblioteca Sainte-Geneviève. Traduzo alguns detalhes de minha pesquisa em obra buscando inserir no movimento da escrita, inclusive os arquivos.
Comento rapidamente que no arcabouço destas primeiras experiências com Manuscritos de poetas e escritores brasileiros, desta vez na Casa Rui Barbosa aqui no Rio de Janeiro em 2001, eu me deparei com um caderno de notas de Manuel Bandeira.
O fato se torna mais interessante agora, em função da semelhança com um dos cadernos de Ponge; o nomeado “caderno rosa ou beige”. Ambos escolheram escrever em um caderno quadriculado que parece mais próprio para contas ou números. Ambos o utilizaram para inúmeras funções. Enquanto Bandeira escreveu ali algumas receitas de medicamentos, poemas e bilhetes, Ponge, além de poemas, escreveu notas de/sobre coisas vividas ou a lembrar, e alguns pequenos textos.
Se uma tradução pode vir acompanhada de comentários e impressões do tradutor sobre o poeta traduzido, as minhas Notas de tradução sobre o poema “A cabra” de Francis Ponge nascem com a intenção de contar um pouco mais do que a luta com a língua a traduzir.

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