domingo, 11 de setembro de 2011

Sem esquecer que hoje é dia 11 de setembro e que a humanidade ficou marcada pela forma como os EUA foi atacado, quero dizer também que, para além das muitas mortes e dos horrores vividos naquela data, há um excesso nessas comemorações!
Transformar essa data em um Evento é um equívoco. Eu diria que é mesmo cruel com as gerações vindouras. E, traduz também a dificuldade de um luto.
Além disso, é bom lembrar que não é possível sentir mais nada diante das imagens que se repetem nas televisões ocidentais, como se fossem cenas de cinema. Repito o filósofo Francesco Masci:  “a alienação (...) parece reenviar uns e outros em um jogo de espelhos refletindo ao infinito”. (trad. livre)
Já passou da hora dos americanos (felizmente, não todos os americanos!) olharem ao redor para constatar que o sofrimento dos homens no mundo é imenso em diversos países! E que vivemos a “era das catástrofes”, ou melhor, neste momento de mundo há uma questão maior que não é só a dor da América do Norte, e que está entranhada na maneira como o homem trata o outro homem; o seu semelhante.

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