terça-feira, 31 de março de 2015


Quando o sol adormece uma parte do mundo e estamos sobre as asas de um avião, lá nos recantos bem altos podemos sentir a luz que se estende logo abaixo das nuvens. Não há ruído algum mas sabemos que o homem é pequeno e que sua pequenez se distingue de outras. O grande e o pequeno tomam proporções vitais. Estamos dependendo de um ou dois homens apenas. Flutuamos no vazio. E o espaço se acomoda inclusive em nossos pensamentos que, nestes momentos, se mostram grandes demais.

30.03.2015

Nenhum comentário:

Postar um comentário