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sábado, 21 de novembro de 2015

Poema sem título

As letras acordam na manhã.
Reviram-se ao longo do dia.
De repente se encontram na trilha
aberta do poema que começa.

Um par de botas gastas e os ossos
de olhos bem abertos no cenário
parisiense atual contagiam.
O medo participa do verso!


                                                             (para meus amigos franceses)


Rio de Janeiro, 21 de novembro de 2015.


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