sábado, 19 de dezembro de 2015

Escrevo:

Na manhã de 18 de dezembro de 2015


1.
Faz muito calor. Estamos às vésperas do verão que deve começar, oficialmente, no dia 21 de dezembro. A temperatura na política está quentíssima. 
Assistimos um desmonte político nunca visto antes em nossa história.
Não sei dizer se tememos. Antes, constatamos que para viver uma outra história precisamos de mudanças, mas de mudanças éticas.
Enquanto isso, o país perde a credibilidade e o mundo observa nossa pouca educação tanto na política quanto nos demais processos necessários para trazer alguma ordem ao caos que se apresenta neste final de 2015.



2.
A calota polar do Ártico derrete no calor de nosso mundo incivilizado. As medidas necessárias para conter o caos que se apresenta, inclusive na natureza, estão atrasadas e caminham com lentidão.
Aprendi ontem que o metanol é mais perigoso que o CO2 ao ser lançado no ar, e ele habita o polo Ártico surgindo junto com o descongelamento que impera sem controle.
Presenciamos um momento de mundo com uma falta de ética total.
O globo terrestre corre o risco de se acalorar tanto que as águas cobrirão, nas próximas décadas, as cidades que ficam às margens do mar ou de rios importantes como em Roterdã (Holanda), em Londres (Inglaterra), em Veneza (Itália), em Bangkok (Tailândia), em Nova York (EUA) e em vários outros países.
Mas, continuamos girando ao redor do mesmo…
Há pouco espaço para as questões sérias, tanto as da natureza em nosso próprio país quanto as que dizem respeito ao impacto de tudo isso no mundo.
Em breve, estaremos comendo os sacos plásticos ingeridos pelos peixes. E, o homem já está bebendo as águas misturadas com os hormônios e outros fortes medicamentos em um ciclo repetitivo.



3.
Quando o verão chegar…
estaremos esgotados!


4.
Mas que 2016 nos traga, ao menos, "a esperança" de volta!
Com cada vez mais leitores críticos para pensar o nosso mundo!




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