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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Escrevo:

E… enquanto

Assisto constrangida o vai e vem dos imigrantes no mundo europeu, principalmente
assisto comovida a luta destas mulheres e homens por uma vida digna.
A grande maioria procura escapar das bombas sem fim que pipocam em todas as direções. O desmonte da vida e das raízes destas pessoas não se parece com Nada.
Talvez, com as invasões e bombardeios durante a Segunda Guerra nas regiões em luta.
Porém, essa gente não escolheu a Guerra.
Submetidos a tal barbárie, mal têm tempo de pensar e entender o que se passa em seu País. A terra que deixam para trás, a história, as raízes e até mesmo a língua são parte de um Tempo nunca antes imaginado como perdido.
Precisamos respeitar essas pessoas.
Entendê-las em seu sofrimento.
Ajudá-las a superar o trauma e a sustentar a humanidade que possuem.

Enquanto, o mundo se transforma e se define na direção da redução de princípios humanitários antes considerados básicos, alguns países, os ditos civilizados, só pensam na guerra!


                                                         S.R.

Rio de Janeiro, 21 de janeiro de 2016.


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