quinta-feira, 7 de abril de 2016

Comento:

O pintor dos traços em cor e o poeta de “palavras de pedra”

Escrevi sobre Joan Miró durante o meu Doutorado na UFMG. Havia pensado em fazer um capítulo inteiro de minha Tese O idioma pedra de Joaõ Cabral apresentando Miró e João Cabral em diálogo. Depois, resolvi enxugar um pouco o texto e deixei na escrita final somente o capítulo sobre Cabral e Ponge que faz parte do livro editado pela Perspectiva em 2010. Assim, apenas os dois leitores dos primeiros capítulos de meu trabalho em andamento, os dois professores escolhidos para me indagar sobre e, também, para fazer sugestões e críticas conheceram esse texto primeiríssimo naquele momento (de minha Classificação no Doutorado).
Durante o doutorado estive em Barcelona colhendo material para o meu estudo. O museu Miró de lá não se parece com o que também conheci em Palma de Maiorca, quase uma década antes. No museu de Barcelona há uma biblioteca onde fiz pesquisas e tirei xerox. Meu interesse pelo artista é antigo. E, senti uma grande alegria ao descobrir que Miró e Cabral foram amigos e conviveram durante alguns anos, enquanto João Cabral viveu e trabalhou por lá.
Quem sabe mais adiante eu consiga me organizar e rever este texto para publicá-lo. A bonita amizade entre eles já vale o meu empenho. Digo isso em função de sentir cada dia mais dificuldade para encontrar as brechas e escrever. Mas, insisto em organizar livros novos, entre outros projetos de escrita.

Rio, outono de 2016.

     

Fundação Pilar e Miró


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