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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Por que a guerra?


Escuto o canto dos pássaros daqui deste recanto onde escrevo.

E o mundo continua caminhando em voltas, reviravoltas aparentemente sem direção alguma. Imigrantes de várias nacionalidades saem desgovernados de seus países mergulhados em guerras infindáveis. Por que a Guerra já nos perguntamos, muitas vezes. Mas os homens fazem a guerra sempre, sem encontrar soluções racionais para os problemas considerados infindáveis e marcados pelas diferentes formas de pensar e agir.

Estamos assistindo a Inglaterra dar uma volta, na contramão do mundo. Alguns nem entendem direito o que está acontecendo, e que transborda em discussões encaloradas afetando a economia do mundo. Muitos se consideram superiores a outros apenas porque nasceram em território mais rico ou melhor posicionado, geograficamente, neste nosso planeta. Os valores humanos estão alterados.

Os homens esqueceram que a humanidade é uma só.

As guerras são tradutoras das fraquezas humanas desde sempre. A evolução da humanidade devia ter dado conta da tarefa de fazer o homem refletir e agir mais perto de seu estado atual de evolução. Se conseguimos viver em casas confortáveis e limpas, se conseguimos nos comunicar em tempo real com familiares e amigos em outras partes do mundo, se podemos usufruir dos benefícios que o homem desenvolveu na ciência e na tecnologia,

com certeza, temos condições de ouvir as diferentes problemáticas que nos atingem. E, as muitas línguas e costumes podem buscar resolver as questões densas em diálogos sérios que nos façam crescer na diversidade. O nosso planeta pede uma trégua aos homens que caminham sem ver a natureza, que clama por mais consciência e respeito. O tempo urge. Os rios e os mares correm o risco de perder seu fluxo, sua vida de sustentabilidade.

Escuto o canto das cigarras, aqui, de onde escrevo.

                                                                                      Final do Leblon, 1 de julho de 2016.
                                                                                         S.R


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