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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Morte e vida... vida e morte

Eu não me pergunto por que a morte. Ela faz parte da vida. Tudo tem finitude ou parece ter.
Nem me pergunto por que os homens morrem de forma diferente. Alguns nascem e morrem tão rápido. A noção do tempo linear, nestes casos, se perde inteiramente.
Tampouco me pergunto por que alguns morrem solitários e outros morrem em grupos ou mesmo em meio a multidões, como vimos e sabemos que acontece nas guerras.
Não me perguntei o porquê de algumas mortes acontecerem entre jovens tão preparados para a vida.
Faço silêncio quando as mortes são tragédias repentinas.
Mas, eu me pergunto o porquê de alguns homens quererem negar a morte a ponto de não a aceitarem.



Rio de Janeiro, 30 de novembro de 2016.

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