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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Nota urgente e delicada


Faz muito calor na cidade do Rio de Janeiro. Um calor inigualável, incomensurável, imperdoável!
Nem na minha infância em Manaus senti tanto calor. Aliás, o clima tão quente quanto violento nos leva, de imediato, aos últimos fatos acontecidos no Amazonas. Uma violência próxima da barbárie que convida o pensamento a agir.
Estarrecidos, continuamos a perceber que a questão é nobre do ponto de vista da urgência e do trato. Os brasileiros, e estamos todos implicados na questão, precisam conhecer os fatos dolorosos e difíceis de gerir. A Nação, já tão castigada pela violência política e pela corrupção escancarada, se encontra neste início de ano precisando gerir e digerir mais algumas questões densas que estão, também, no cerne de tudo.
Desdobro a questão mais delicada para dizer que o pensamento de homens violentos vaga no vazio da violência, e quase não toma forma humana. Explico: o humanismo é uma experiência a ser vivida, ensinada e aprendida no dia a dia das Escolas, das relações humanas, etc. 
Quando não cuidamos da nossa população com respeito recebemos de volta a violência em suas múltiplas formas.
É preciso cuidar de nossa população!


Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 2017  

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