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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Em maio de 2017

Pergunto a mim mesma:

Por que, aqui no Brasil, não se fala sobre os problemas graves que acontecem com os jovens e as crianças em geral?
Por exemplo, não se comenta os problemas sérios que os celulares causam ou podem vir a causar às crianças pequenas. 
Escutei, aqui mesmo no Rio de Janeiro, que os médicos que tratam de câncer em crianças em geral  
temem o uso dos celulares enquanto as crianças estão em formação. Mas, parece que este assunto tão sério não interessa à mídia. Por que será? Mas a incidência de câncer infantil cresceu muito!
Escutei, também, que em um país europeu bem adiantado estão colocando as meninas e os meninos, os bem jovens e os adolescentes informados sobre os danos causados pelo álcool. O programa instalado nos colégios tem conseguido reduzir enormemente o uso do álcool entre os jovens.
Porém, por aqui, não circula nada sobre isso.
Insistimos em priorizar os eventos em vez de inserir na nossa educação a importância dos cuidados com o corpo, com a nossa saúde, ensinando-nos a pensar.
O pensamento somado à reflexão nos dá a chance de sermos responsáveis por nós mesmos, e por nossas ações desde cedo na vida. Para isso acontecer precisamos ser informados do mundo ao redor, precisamos conhecer as descobertas da ciência, os estudos e as pesquisas que vão favorecendo ao homem avançar. Não precisamos de qualquer informação, mas precisamos iniciar uma prática, e bem cedo na vida, de leituras sérias que possibilitem aprender a pensar.

Temo pelos nossos jovens que bebem demais, pelas crianças que cedo estão ou estarão adoecendo em função do despreparo de seus pais, que as colocam em contato com as irradiações de aparelhos celulares.
Em um mundo dito civilizado temos visto situações horríveis, inacreditáveis, e ainda somamos neste caldo - quase inumano - todas as informações importantes e sérias, necessárias para a educação de um povo e que poderiam nos ajudar bastante, que não são ditas.



S.R


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