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domingo, 27 de agosto de 2017

Restos de um caderno de viagem: Veneza

A viagem transcorria leve não fosse o vento frio da noite um embaraço.
Mas, o colorido das roupas e das pessoas aumentava com os agasalhos 
colados ao corpo se incorporando às caminhadas. Algumas mulheres
russas usavam agasalhos com pelos. As chinesas circulavam com
shorts jeans e meias brancas ou coloridas. As italianas vestiam roupas 
elegantes e sapatos  de salto. 
Perto da Piazza San Marco há lojas de grife: Prado, Louis Vuitton e outras.
Algumas obras nas ruas estreitam as passagens. Os operários usam luvas   
negras de lã. Trabalham sem parar. Os vaporettos andam rápido desviando 
das gôndolas e das lanchas-taxi e de passeio. Há muito trânsito aquático 
em algumas horas do dia. Jovens tomam sorvete caminhando. Os sinos
tocam! As pontes ficam lotadas. Um engarrafamento humano se apresenta, 
principalmente nas pontes da Accademia e de Rialto.
O bairro de Rialto parece a rua da Alfândega no Rio de Janeiro.
Dezenas de tendas, barracas e lojinhas se somam e se amontoam. Estão 
autorizadas a vender de tudo um pouco. Alguns chineses já se incorporam 
ao cenário das lojas. E poucos africanos vendem bolsas fake que custam 
1/10 do valor das lojas. Eles ainda se vestem  com roupas de algodão 
colorido à moda africana.


Abril de 2015.

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