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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Inédito

Poesia desabrigada

Dias e noites cinzas em um panorama sem igual.
Imigrantes sem destinos definidos.
Governantes sem pudor e sem verbo.
Dias e noites tingem as paredes do mundo.
Decisões descerebradas.
Acordem os homens.
Arrumem as manhãs do dia seguinte!
Os cenários estão incendiados.
Os fios dos cabelos de tantas raças se perdem.
Crianças sem infância. Pedras e tiros. Olhos vazados.
Perde-se nas muitas línguas da vida a possibilidade do “pensamento complexo”.



                                                             Rio de Janeiro, 10-11 de dezembro de 2017.




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