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domingo, 27 de maio de 2018

Poema


Quero de volta as estações do ano
E os muitos tons do viver
Circuitos inquietos abrem
Portas e janelas de violências
Não vislumbro no agora o suave
O susto e o imprevisível de atos bárbaros
Assombram as horas e as tardes
Que correm sem saber o porquê
Quero um dia e uma noite
De braços mansos
De pernas fortes
E gestos brandos
Sem temer a noite
Mais nada






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