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sábado, 23 de junho de 2018

E.U.A. : nossos "não" irmãos?

Os graves incidentes ocorridos com a política americana nos escandalizam no dia a dia. Atitudes nada humanitárias têm sido tomadas neste novo Governo Americano. No entanto, nunca esperamos constatar o que estamos vendo acontecer com as crianças latino-americanas e mexicanas; o que estamos vendo ser noticiado agora. Quantas crianças estarão envolvidas nestes atos bárbaros, que separaram mães e filhos tão pequenos, em nome de uma política ridícula e que tem chocado o mundo inteiro?
Estamos longe de resolver a questão humana da liberdade de ir e vir, que foi sonhadamente apresentada ao mundo há tantas décadas. Agora, o que vemos é o mundo financeiro ditando as regras da Democracia.
Não fosse a minha experiência com a clínica psicanalítica, atendendo e ouvindo crianças e pais durante muitas décadas, eu não ousaria dizer uma palavra sequer sobre estes fatos tão terríveis. Mas, minha prática me autoriza a escrever, desta vez, com a clínica me dando a direção. 
Sabemos por estudos feitos até mesmo nos EUA, que não se deve separar pais e filhos, principalmente, na primeira infância. Os danos causados por uma separação precoce são ou podem vir a ser traumáticos e difíceis de "calar", pois farão parte de uma vida inteira. Então, pergunto: como é possível uma Nação - dita desenvolvida - tomar uma decisão de tal porte sem ouvir os responsáveis pelos Direitos Humanos ? Isto sem falar em questões mais densas ainda, ou seja, os direitos maternos, direitos primeiros; os que toda criança tem de ser cuidada por seus pais. 
Atenção, liguem o sinal de alerta, pois o mundo está caminhando na contra-mão de nossa humanidade!  
Nossos "não" irmãos parecem trabalhar na calada da noite, e agindo de forma muito estranha se autorizam atos bárbaros! 

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