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sábado, 9 de junho de 2018

Mantova e San Benedetto

Chegar em Mantova e, com o coração batendo forte seguir, logo em seguida, para San Benedetto Po.
A via de acesso nos apresentava um trajeto ao longo do rio Pó, e algumas pequenas pontes com semáforos determinavam a baixa velocidade exigida. Meus olhos não declinaram de olhar tudo ao redor. Desde árvores descabeladas pelo inverno rigoroso que findava até o tom meio dourado da terra nas plantações entre os pontos verdes.  
No sábado, a cidade vazia de pedestres se preparava para mais uma Páscoa, que já acontecia entre os familiares dentro de suas casas ou nos restaurantes.
Fomos direto ao Cemitério e entramos em um espaço cuidado e limpo, com uma harmonia reconhecida e,imediatamente, vislumbrei um senhor italiano de bicicleta que me pareceu ser o homem que cuidava das almas por ali. Poucas palavras foram ditas por mim: um sobrenome, e, ele me apontou a direção a seguir falando quase um dialeto inteiramente desconhecido. Sorri silenciosamente e agradeci, pois milagrosamente entendi tudo. 
Meus passos rápidos determinaram o percurso e me deparei com o já sabido e, também, imaginado: estavam lá os Rebuzzi. Não só eles, mas os Pedrazzoli ali por perto e os Negri.
Não fosse a fome e o cansaço da viagem, pois vínhamos de Veneza e não havíamos comido até este momento nada, teríamos ficado a procurar outras famílias conhecidas que partiram de San Benedetto e de Mantova e, hoje, vivem no Estado do Espírito Santo no Brasil.

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