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domingo, 1 de julho de 2018

Nosso Tempo, nosso mundo



A tela gigantesca que o espelho do mar retrata tem nos mostrado o nosso Tempo!
Os imigrantes lançados à própria sorte: homens, mulheres e crianças morrem famintos ou afogados nas muitas travessias que fazem buscando sobreviver, com poucas chances de receber cuidados básicos. Quase todos os dirigentes das grandes Nações, as mais importantes e envolvidas diretamente com as guerras e as migrações, já que os dois temas estão interligados, deixam ver as suas ‘faces’ nas atitudes, pouco humanas, que têm tomado.
Aos trancos, sem suavidade alguma, sem reflexão nem mediação recebemos as imagens do mundo, nosso mundo, e procuramos seguir a vida sem nos desestabilizar. Mas, nos momentos de silêncio precisamos refletir. Nosso Tempo é agora, e está rodeado de questões graves e violentas, tanto aqui no Rio de Janeiro como nos E.U.A ou na Europa que vive um momento de sua história sufocada por problemas agravados pela enorme imigração que vem da África e do Oriente Médio majoritariamente.
O problema maior de nosso Tempo, o que vamos deixar para as próximas gerações ouso dizer, se apresenta com esta quantidade tão grande de refugiados e imigrantes que buscam sobreviver, e têm pouco espaço no mundo onde possam se instalar, e aos poucos se reconhecer ‘sujeitos’ em uma nova Nação (não mais nas suas terra-mães mas em uma outra língua e uma outra pátria).  
Está clara a dificuldade que temos tido nos diferentes países do mundo para receber os nossos irmãos. Sejam eles oriundos de qualquer país e falando qualquer língua são eles nossos contemporâneos, nossos vizinhos, nossos irmãos!



Rio de Janeiro, 1 de julho de 2018






 

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