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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Ontem e hoje



Em alguns bairros da cidade do Rio de Janeiro costumávamos acordar aos sons de ruídos trazidos por algum pássaro que, distraído, ousava cantar alto próximo de nossas janelas. Acordamos, hoje, com o barulho estrangeiro de helicópteros rosnando nos céus da cidade. O que fizemos ou não fizemos para que tudo ao redor esteja tão destruído e destituído?
As montanhas que nos rodeiam eram verdes de florestas. Hoje, elas estão coloridas de violência. Há “excessos” de tudo e em todos os níveis da sociedade. As pessoas parecem querer viver em um grande Parque de Diversão, onde a regra básica é aproveitar. 
Somos os passageiros e os tripulantes de nossa própria viagem. E o mundo está em conexão direta – em línguas múltiplas – e nos deixa ver as possibilidades distintas às quais podemos nos lançar. Mas há que estudar, ler, trabalhar e investir tempo e dedicação construindo todos os instantes.
Vivemos na correria e esquecemos o mais simples de nossas vidas. A vida é uma delicadeza! E deve ser vivida um dia atrás do outro. A pressa só antecipa o fim! Não há verdades inteiras, certamente. Mas, a experiência nos dá a chance de evitar a repetição do mesmo.



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