Poeta, artista e pensador além de cineasta e diretor de uma revista, literária e inventiva, Debord (1931-1994) deixou em seus arquivos varios manuscritos e documentos produtos de uma caminhada que traduz um tempo de contestação e luta por mudanças políticas. Un art de la guerre/Uma arte da guerra multiplica nossa visão do poeta-pensador, e ainda surpreende em cenas em p/b que mostram, por exemplo, a rue Danton sendo filmada a partir de um personagem cujos pés passeiam por outros hábitos em 1951. Li em uma das chamadas da Exposição Debord: Pour savoir écrire, il faut avoir lire, Et pour savoir lire, il faut savoir vivre. E é genial! Comprei o pequenino e primeiro romance de Michele Bernstein, Tous les chevaux du roi , assim poderei conhecer algo da obra de sua companheira na época . No mapa reproduzido abaixo, Guy Debord assinalava os escritores conhecidos e lidos por ele, possivelmente, os preferidos em vários países do mundo.