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Mostrando postagens de novembro, 2018

Noite de autógrafos

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                                           No detalhe da foto os livros: Diplomacia dos pombos                                         de Raquel Soares,  Esquina da minha rua de Carlos Machado                                         e O riso do inverno,7Letras  2018  

Flashes da noite do lançamento (editores e escritores)

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Com a editora Isadora Travassos                                                                                         Com dois dos autores desta noite: Luis Turiba e                                           Lenita Estrela de Sá Com o editor Jorge Viveiros de Castro Momentos de sorrisos e muitas conversas                                                             

A editora 7Letras convida:

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Homenagem às mulheres de nosso tempo

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                                                      Versos do poema "Um aperto de mão" do livro Outonos, p. 104 (...) Mas, as mãos que matam não são reconhecidas facilmente. Transitam entre nós... silenciosas. Arrancam a respiração humana de repente, e seguem na distância do olvidado. As mãos que matam são as mesmas que afagam?

E...

Seguimos um dia atrás do outro, respirando com dificuldade, nestes ventos e eventos assustadores nos quais nos deparamos com um tempo de mundo bem conturbado. O novo governo brasileiro nem começou, e já se desenham rotas e decisões desconfortáveis, sem ética e sem racionalidade diante de alguns países nossos parceiros. A neblina da primavera, com as chuvas fortes que lavam tudo, não embaça nosso olhar questionador. Sejamos sinceros, o novo governo consegue ser pior que o esperado. Não só pela extrema direita liberal que o guia como por falas e decisões controversas que traduzem o quanto é difícil aceitar o novo rumo de nosso país. Uma das questões mais sem nexo até o momento é o projeto “escola sem partido”, em um Brasil onde o ensino é laico desde o período pombalino, ou seja, desde que foram expulsos os Jesuítas no século XVIII, em 1759, pelo marquês de Pombal. Imaginem a quantidade de mal-entendidos que poderá vir a ocorrer com esta nova decisão, que mais parece uma ditadur...

Seydou Keïta no IMS, 2018

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Uma bela exposição! Passeamos o olhar dos panos coloridos às magníficas fotos em pb. Texturas e gestos trazem o mundo dos habitantes africanos fotografados durante um período interessante e em transformação (1948-1962). A harmonia das composições construídas pelo fotógrafo do Mali deixam ver hábitos e costumes. São 136 obras produzidas por Keïta, que começou a fotografar ainda na adolescência depois de ganhar uma câmara Kodak Brownie de seu tio.

Cadernos de viagem

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                                                          Caderno de viagem, 2011                                       Caderno de viagem, 2013 Caderno de viagem, 2018

Caetano Veloso, Gilberto Gil - Esotérico (Vídeo Ao Vivo)

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Poetar

A poesia sopra nos cantões do mundo   Assopra e sacode abalos e mentes torpes Abre persianas e fendas entreabre ouvidos A poesia infla fora das areias virulentas Cria nuances habita as ruas os milagres Venta nos olhares benfazejos ritmos desconhecidos A poesia sustenta laços bafeja alto ou bem baixinho Considera amores assovia sofrimento desfalece no tormento Sem pudor satisfaz às mãos e aos lábios de cada um Nas vozes humanas diz o mais brutal grita agonia sussurra respira A poesia pinga leve traços letras Risca nomes e amanhece no repente do sertanejo A poesia sopra riscos pingos cochicha rabiscos Sugere espirra uiva buzina!   Rio 14 de novembro de 2018

Memórias: sobre o Café Letrado em Diamantina, MG - 2002

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 / Solange Rebuzzi Carla Maia "Diamantina respira poesia e música" m dos destaques da programação do  34º Festival de Inverno da  UFMG, o programa  Café Letrado  promoveu encontros com escritores, oferecendo ao público a oportunidade de refletir sobre literatura. Solange Rebuzzi: conversa descontraída "Vivi uma experiência única em Diamantina", confessa a idealizadora e coordenadora do projeto, Solange Rebuzzi. Psicanalista, com especialização em Filosofia Contemporânea, mestrado em Letras e agora também doutoranda na UFMG, ela fala, nesta entrevista ao BOLETIM, sobre sua ligação com Minas Gerais e sobre o  Café Letrado , que acabou inspirando a criação de um programa de entrevistas produzido pela TV UFMG. Como surgiu o  Café Letrado ? A idéia nasceu no Rio de Janeiro, no final do ano 2000, quando comecei a fazer encontros na Livraria Contracapa, no Leblon. Em cada encontro, convidava dois escritores para falar de sua obra. Sempre...

Na caminhada com a editora 7Letras

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                                          Em 1996 lancei com a editora Sette Letras o livro                                           Canto de sombras . O primeiro de uma série de outros                                           que nasceram aos poucos, e foram incluídos entre as publicações                                           da 7Letras de Jorge Viveiros de Castro.                                           O texto crítico acima foi um trabalho do jornalista ...

Jardim Botânico do RJ: raízes, árvores e sombras

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Palmeiras Imperiais Sumaúma, árvore do Amazonas   Fotos de José Eduardo Barros

Só pra dizer que vou falar de flores

Flores, literatura e arte! Beba poesia em muitos momentos do dia! Ao acordar respire lentamente e profundo. Caminhe firme. Não leia o jornal, de imediato. E, ao lê-lo, respire com suavidade. Saia do vai e vem das afirmações dos que gostam de blasfemar, e dizer e desdizer os fatos. Acorde com o pensamento crítico ligado. Pondere, reflita. Não engula nada inteiro (muito menos violência)! Mastigue o dia com os livros densos e as histórias de nosso passado. Não fique na mesmice do momento, que tenta nos confundir e desfazer os caminhos já trilhados. Os discursos vis procuram vingar ao redor. Sejamos pedras onde eles escorrerão como água. Vamos respirar na natureza na literatura e na arte Sempre na contramão da ignorância e do blá blá blá que vai tentar vigorar. Rio de Janeiro, 6 de novembro de 2018

Recantos com arte

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Poema

Fios risos rios fome Nobres pobres comes e bebes Pisos pedras paredes Camas casas casais Um dia um segundo Uma vez duas horas Um ano um rio Uma árvore um lamaçal Ali aqui agora Apito de trem Navio sirene Sino de igreja Tantos e tão pouco Pouquíssimos Um instante Lá longe Hoje Ontem (Azul Blue )

Homens violentos

O mundo explode. A troca digna desaparece. Violência avassaladora vaza em muitas vozes. Os homens usam máquinas e armas. Sem diálogo desaprendem a fala. Ratos de jeans & gravata. Dormem o sono dos impróprios.  Só calculam, vasculham. Os homens mentem além das palavras. À toa, mulheres perdem filhos. Esquinas desabitadas e cidades abismos. Tirania nos gestos.  Máscaras nas rugas da face. Um mar imundo afunda corpos vivos. Resta um zumbido en passant. .. Poema do próximo livro O riso do inverno Lançamento em breve