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Mostrando postagens de janeiro, 2014
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Estação de trem Barros Filho, no Rio de Janeiro . Aconteceu hoje. Ela chegou atrasada e encalorada. Não é pra menos, pois já eram quase 10.00 hs da manhã e ela estava na rua, tentando chegar ao trabalho, desde bem cedo. Conta com graça a luta que foi entrar no trem, já que se tivesse vindo de ônibus chegaria mais tarde ainda. - Passaram dois trens tão cheios que eu não pude entrar. No terceiro, decidi entrar de qualquer jeito senão só chegaria aqui por volta das 11 horas da manhã. Entrei praticamente carregada pela multidão, que entrou atrás de mim. E como não tinha onde segurar, fiquei em pé mesmo, espremida, e sendo empurrada pra frente e pra trás, enquanto o trem andava. Se a senhora não se importar, vou tomar um banho antes de começar a limpeza. - O Ar condicionado do trem, não dava vazão pra tanta gente, esclareceu. Cada vez que a porta abria, nas estações seguintes, entrava um bafo quente daqueles. Costuro o texto com as informações abaixo, encontradas na ...

Poema do novo livro Outonos - no prelo

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Poema para uma gata                                          a Jacques Roubaud   Aos animais é dada a morte bem cedo. Aos gatos que escovamos e observamos os olhos se fecharem, aos cães, pequeninos, os que carregamos como a um filho, damos alimento, proteção. Na vida, os bichos gemem, comem. Dormem. E nos observam. Andam junto ao assoalho. Conhecem os cheiros, as sombras. Os olhos vazam nossos ossos. Saboreiam intimidades. Duque gostava das torradas que meu pai lhe lançava todas as tardes. Coringa corria solto nas noites quentes de Manaus até a casa silenciar.   Quando um animal morre, enterra-se. Na escrita um pelo se instala. E na história da Gata Mostarda, que escovávamos quase todos os dias, um cão de raça pequenina e amiga surge ren...

Colagem 2013 -2014

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Caderno de viagem

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                                              Colagens diversas em um único caderno.

Colagem "rua do Leblon"

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Rio tarumã Manaus Amazonia

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Agradecimentos sinceros a quem fez estas imagens que me emocionam!

Fragmento do Livro das areias - " Os corpos"

No Tarumã quase não havia praias. O ‘Banho’ (como se costumava dizer) pertencia aos índios da tribo dos Tucanos, e ficava bastante afastado da cidade. Longe. Era o passeio do final de semana nos dias de sol. Quase sempre encoberto pelas águas cheias, o rio Tarumã dava nome ao local e era escuro como o rio Negro. Na beira, bem na beirinha, as areias brancas abriam o fundo que a cor das águas clareava, em tom amarelado. Eu gostava de olhar os meus pés, ali, dentro das águas mornas desse rio-igarapé. De maiô inteiro minha mãe passeia de mãos atadas com meu irmão, ainda muito pequeno. Foto em preto e branco. Minha irmã e eu seguimos nosso pai. Às vezes, era preciso atravessar de canoa e, outras vezes, resolvíamos nadar. Segurávamos no ombro dele. Eu me apoiava de leve, buscando boiar. No outro lado do rio moravam os índios da família Laureano. Todos da tribo dos Tucanos, que por ali habitavam há alguns anos. [114] Os homens de uma cor avermelhada e marrom eram muit...

Tarumã, árvore do Amazonas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro

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                                            Fotos feitas em 15.01.2014 Curiosidades:  O nome tarumã é de origem indígena e quer dizer “fruto-que-dá-em-cachos”. Informações Ecológicas:  Espécie  pioneira  que cresce bem sobre solos úmidos ou encharcados, como terrenos brejosos e florestas ribeirinhas. É indicada para reflorestamentos, devido à produção de flores e frutos que atraem insetos e pássaros e o crescimento das mudas após o plantio é bastante rápido, podendo chegar aos 4 m de altura em 2 anos. Floração:  Floresce entre meses de outubro e dezembro, quando suas flores  melíferas  atraem muitas abelhas. A polinização também é feita por mariposas, borboletas, pequenos insetos e beija-flores. O tarumã geralmente floresce após ter passado um período sem folhas e as flores surgem junto com a produção de novas folhas.  ...

Vermelho clarão

A bola de fogo - redonda - queima retinas da tarde. A pele repousa na fria areia. Somos nossos antepassados? Acolhidos e confortados com os pés suspensos em grãos fazer cintilar o dia. A força do desejo nos subverte. A frase respira: a mulher tem consciência de seu movimento.

Final de tarde em Guarapari - Espírito Santo

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                                         Praia do Morro                                         Fotos de José Eduardo Barros, em janeiro de 2014.

Praia de Meaípe no Esp. Santo

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                O mar, próximo daqui, tem uma coloração distinta porque as águas salgadas se unem às águas doces do rio.                                          Fotos de José Eduardo Barros - Janeiro de 2014.

2014 no copo de cristal

Ano novo. Delicado. Estrondos nos céus abrem os primeiros minutos da madrugada. E repicam no chão de nossa cidade as luzes-cor. Alguns milhares de desejos são lançados no espaço. Manifestações são aguardadas como se fossem " torcidas organizadas" visando um mundo melhor! Pré-sal ? Preferimos mais educação e para todos. Melhores hospitais: mais leitos e tratamentos sérios no dia a dia dos cidadãos. Buracos e  ruídos para todos os lados, mas... que tal ônibus e metrô com bilhetes únicos? (livres!) Delicado ano novo, nem bem começa lemos no único jornal da cidade: "Briga de casal termina com 9 feridos". rio "de fortes emoções", 1 de Janeiro de 2014.