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Mostrando postagens de novembro, 2015

Miséria invisível (fotos + poesia)

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                                          Fotos de José Eduardo Barros da série "Miséria Invisível ".                              (Fotos já expostas em Diamantina durante o Festival de Inverno da UFMG, em 2002) Silêncio: escondida na manhã a criança - entre as caixas de papelão - ainda dorme a esquina não aparece  na fotografia em cor um ângulo escapa da retina e surpreende do chão ao traço (versos escritos hoje, 28.11.2015)

100 milhões de crianças de rua

100 milhões de crianças de rua África, Índia, Rússia, Peru e Brasil. Entre os países que somam as inúmeras crianças que vivem nas ruas  marchamos. Desamparo, frio, fome. Miséria. Guerra/ война . Esclavitud. Lançadas ao mundo adulto crianças e jovens sem formação. Despreparadas. Algumas (muitas) de nossas crianças vivem ao léu… Ler e pensar podem abrir as margens do mundo. Isto não é um poema! PS: escrito na manhã do dia 28 de novembro de 2015.

Poema sem título

As letras acordam na manhã. Reviram-se ao longo do dia. De repente se encontram na trilha aberta do poema que começa. Um par de botas gastas e os ossos de olhos bem abertos no cenário parisiense atual contagiam. O medo participa do verso!                                                              (para meus amigos franceses) Rio de Janeiro, 21 de novembro de 2015.

A Guerra chega em Paris!

A Guerra na Síria, onde também o Estado Islâmico é atacado, “retorna” - por efeito de vingança - aos parisienses. Tão longe… tão perto! Um horror que assusta e assombra a noite de Paris! E, sobretudo, assusta ao mundo ocidental! O caos se instala como em um momento de Guerra. Vimos nas imagens televisivas centenas de mortos e feridos espalhados pelas calçadas. Me parece que como os Estados Unidos da América já recebeu seu quinhão de morte e violência com o ataque às Torres Gêmeas, no início do sec XXI, agora, estamos sofrendo os ataques feitos à França. O combate que a França trava se engajando na Guerra contra o terrorismo é nomeado “contra à barbárie” e à selvageria djarista. Ele é apoiado por outros países do mundo. Agora, surgem palavras de apoio e solidariedade para dizer a esta Nação, que sempre nos ensinou os princípios humanos que regem nosso universo intelectual - afetivo, o quanto estamos próximos. Mas, não deixemos que o ódio passe a reinar em nossa...