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Mostrando postagens de março, 2025

Domingo de março

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 Arrumações  Um pequeno jardim dentro de casa. Garrafas antigas em novos lugares. A sala quieta respira inquieta e sonha entre livros e objetos. Alguns escritores queridos  partem idosos com o peso dos nomes. Com o reconhecimento de todos nós  e da ABL se afastam devagar. Em Gaza partem anônimos:  escritores, médicos, artistas, crianças, mulheres e idosos.  Tanto faz. Rosas amarelas. Tanto faz. Nascem nos vasos da janela. E salvam nossos dias. Surgem da luz clara manhã. 

Reflexão tardia

 Amigos e leitores amigos,  Aproveitando o momento reflito um pouco sobre a devastação causada pela Ditadura na vida de todos nós, homens e mulheres de agora. Entendo que o silêncio que se impôs, principalmente entre as mulheres que cresceram naqueles dias tão violentos, foi marcante. E os que eram mais jovens naquela época, nós demoramos muito para entender o que de fato acontecia. No Brasil sob efeito de covardes e violentos militares ou apoiadores do golpe houve um enxame de violências e histórias mentirosas contadas para calar a boca de muitos de nós.  Possivelmente, teríamos uma geração mais humana e delicada hoje, e os machistas não seriam tantos entre nós. A extensão desta barbaridade que nos atingiu durante décadas é enorme. Ainda vivemos sob efeito dos atos destes monstros que nos rodeiam na política e fora dela. Não é tarde nunca para pedir justiça.  Ditadura nunca mais! Sem anistia! Rio de Janeiro, 26 de março de 2025.

Rotinas

Depois de uma segunda-feira com exames de rotina a realizar, volto ao dia a dia movendo as teclas deste celular encontrando letras e traços que caminham junto a mim. Que beleza olhar as fotos do casal Lula no Japão. Aproveitem bastante de tudo! As rotinas duras precisam dos intervalos com as belas viagens. * A poesia,  também, precisa dos intervalos de respiração e a pontuação dos acontecimentos se empenha na tarefa. E vamos aos fatos: Ainda tanta loucura ao redor! É preciso parar este governo de Israel! É preciso dizer não a uma possível obra de perfuração na foz do Amazonas. Não há nada que justifique tal loucura.  E alguns políticos, que sabemos de cor os nomes, precisam ser condenados, sim! Mas, hoje, meus caros preciso pintar. Lançar a mão em movimentos e cores no branco da tela... Buscar naturalmente a forma, o traço em harmonia e sorrir. Voilà! Rio de março correndo, 2025.

Domingo com fotos

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Novo recanto dentro de casa: O trabalho fotográfico 'Achado' de Dani Justus, 2024  e minha colagem 'Revolução', 2013. 

Janelas de um começo

Do amor desejo muito. Pássaros passando no céu e nuvens altas enfeitando o dia. O vestido amarrotado sobre a cama.  Um copo de vinho ao lado. Do amor não quero só o começo.  E da terra ao redor os verdes e os inúmeros botões de flor quero, sim. Um resto de vinho. E as janelas pedindo paz. (Com a música e os pedaços  de uma cidade ao longe cantando até mesmo lamentos.) Rio de março de 2025 * Quem sabe Em um dia de março  quando a alegria se expandiu, os olhos já cansados que viviam inquietos ainda conseguiram se acalmar. As fotos espalhadas da gaveta  não paravam de circular.  Um menino de pé. Meu pai lendo jornal em Guarapari.  Um poema de Guto Lins.  Ninguém sabe os dias  que virão.  O corpo pouco recorda. As cansadas emoções  nem sempre surgem. Na sombra a esperança  é quase um sonho.

O outono chegou

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                      Em fotos de José Eduardo Barros.  Rio, 20 de março de 2025.

Um poema em prosa

           Para Jean-Marie e Joëlle  Uma varanda cheia de pedras e gatos deixava ver o sol direto nos olhos, nos ossos, nos dentes.  Sentada à direita de Aurélien permaneci ouvindo o tempo do poema.  Ali, nascia um poema en Provence.  Em ritmo  de visita povoada de árvores  à casa do poeta. Escrito em 2022

Para Cecília Meireles

 No último degrau do verão,  sentada de lado e perto da janela, vejo crescer um nome: Cecília.  Escrevo palavras  etéreas  com o brilho do outono que nasce enlaçado ao calor. (Corpos deitados perto do asfalto). Um corpo ou mais de um ainda suplicam com a boca  com as pernas...

Um novo outono

Amanhã começa mais um outono em nossas vidas. O verão terrivelmente quente termina. Mas, será que sentiremos a brisa do outono? Espero encontrar as folhas douradas das árvores pelos caminhos. Que se façam os ventos do mar no final do dia. Que as tardes mornas possam dar lugar a outros ares mais respiráveis. * Um dia é véspera de outro. O pingo da chuva lava muito. Ainda há muito a lavar e  o outono só começará amanhã.  A mão alcança árvores e folhas.  Hibiscus sonham. Meus seios rendados se aninham na luz  deste jardim de magia e escrita. A perna branca e nua olha os que dormem nas esquinas. Uma nuvem desperta  entre as sombras do dia.  O espelho do mar abre a visão  enquanto braços abertos se lançam.  Verdes águas ou azuis. Mas tanto faz. (E o vento ventila uma canção do mar.) Rio de março em seu final, 2025.

O Rio de Janeiro precisa acordar

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 Cidade maravilhosa que necessita de mais metrôs e mais escolas para todos. Mais educação! E respeito aos parques e jardins! Respeitem o Jardim de Alah!   Fotos feitas hoje por mim: Leblon, Copacabana e Leme. Amigos, É preciso educar, cuidar e preservar! A cidade é parte de nossas vidas! Com respeito plantaremos as sementes da esperança e da inteligência.  Nada de cortar árvores, nem jogar lixo nas praias ou nas ruas. Vamos plantar árvores e usar menos os aparelhos de ar condicionado. Vamos fazer canteiros de hortas e flores! Menos álcool, menos jovens bêbados e mais flores! Podemos fazer campos de trigo e girassol! Canteiros de tomates e de todos os legumes. Há terras suficientes ao redor. É preciso aprender a fazer... A mudança climática está batendo na nossa porta. Este verão foi insuportável! Acorda, Rio de Janeiro. 

Pela manhã mais um susto

Amigos, Israel volta a atacar Gaza de forma desumana. Já são mais de trezendos mortos. O extermínio acabará também com a vida dos últimos reféns, naturalmente.  Quem conseguirá deter estes senhores da Guerra e da Morte?  Mais podre impossível! Enquanto na sombra discute-se o final da guerra da Ucrânia. Estranho demais. Quem eles pensam que são? Alguns restarão na história  carregando a própria loucura  e posando bizarramente. Máscaras na face Cabelos tingidos Olhares loucos  Nas costas as mortes em excesso Assassinos de nossos dias Assassinos de Nações inteiras Aqui ou lá, É estranho demais. Sem Anistia! Rio, em final de verão e final de tempos democráticos, 2025

Escrever e sonhar

Escrever estes vocábulos intensos e duros que,  assim mesmo, sonham A garganta grita os mortos nas guerras e nas violências A paz em paz precisa ser desejada A escrita sonha A escrita grita As letras e as mãos falam verdades embora  alguns insistam em dizer mentiras; o horror não sonha Como continuar a escrever e sonhar? A técnica na contramão da verdade e a areia movediça se estendendo sobre nossos pés Rio de verão ensolarado, 2025

Cadernos de viagem

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 Anotações livres em um Colóquio na Normandia em 2015

Na madrugada

Pela fresta da janela  entreaberta um fio de prata banhou meus pés: lua cheia. A cama desdobrada  em lençóis.  Silêncio sem vento. Lentidão.  Respiro, suspensa.  (E hoje é sábado.) Rio de março, 2025 * Notícias, Em Florença o rio Arno  transborda ... água e lama. Ah, natureza, esta alma espelhando os novos tempos. Em risco a Catedral  de Santa Maria del Fiori. E a Galeria Uffizi. Bate no peito e escuto um coração italiano comovido. ... Inapreensiveis imagens. E o poeta promete algum frescor.

Chegando o outono devagar

  Outonos -  março 20, 2017 No outono, desejos tomam posse da mais profunda                                               respiração e alguns gestos carregam o mais distante de                                         nossa humanidade (grega, judaica, cristã)? Fixados nas pedras, os movimentos marcam                                                 uma memória sensorial muito antiga. Fragmento de poema do livro  Outonos,  p.147 7Letras, 2014 * OUTONO de 2014 Não há folhas douradas pelas ruas. O calor não arrefeceu. Não foram cuidados os hospitais que necessitam de recursos. Não foram presos os homens que roubaram a Nação, não todos. Não há ...

Amigos,

 É triste e preocupante acompanhar a política de nosso país continuar habitada de insanos! Há os "restos" de um governo podre, que prejudicam e impedem o Governo Lula de funcionar como poderia, e os atos deliberados destes mesmos políticos que procuram impedir até a justiça de agir! Prestem atenção às palavras da deputada Sâmia Bonfim. E vamos pedir juntos ao presidente Lula, que 'taxe' as exportações dos alimentos antes que seja tarde! É preciso  beneficiar a nossa população.  O mundo caminha para a tal I.A. infelizmente. Caminha junto com a Extrema-Direita. Tudo armado com o dinheiro dos empresários super ricos do mundo. Eles pensam que vão dominar tudo, e transformar os homens em escravos. *

Publico

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 Poemas do Livro da Marés

Amanhã é 13 de março

 E farei 74 anos. Viva! Viva a vida que pode ser reinventada! Escrevo minhas Memórias.  Recolho notas de cadernos diversos. Poemas e textos participam da narrativa. Há muito a dizer. E muito mais ainda a escrever. Tarefa grande é difícil.  Um livro ou dois. Não sei ainda. A vida de uma mulher na linha do tempo. Um ou dois anos ou mais ainda  de dedicação e vontade.  Murmúrios, lamentos, os traços do tempo. Um pouco de tudo.

Lua cheia de março

Redonda e dourada.  Vermelha. Ainda é verão.  Este Rio de tantos tem um rosto  a cada dia. E desse céu obstinado e por vezes ferido restam as mãos e  o poema que se escreve. Auroras e devaneios. Um coração que escuta a lua chegando vestida de branco. A praia tingida de luz. Nudez e solidão.  Areias molhadas de tudo: a chuva fina e o esquecimento. Estrelas se misturam ao vento. O sal no canto dos olhos e um rosto. Penélope. Sherazade. Mulheres palestinas. Mulheres amadas. Luar de vocábulos. Verbos abraçados. Nomes e inventários  não apagam enganos.

Poesia de março

Poesia ávida e vivida. A folha verde dobrada se abisma. Respiração molhada de suor e fantasia. O mês de março navega  entre leituras   onde a mente arde habitada:  personagens gregos. A escrita de hábitos nas esquinas das cidades, finalmente chega até o oriente. Kazantzákis, escritor e personagem  em memórias desdobradas. Um mundo irrequieto  além de Ítaca. "Um grito à memória"? (os sentidos trabalham de forma doce) O céu, o inseto, o vento, os cabelos ao sol.

Publico novamente o poema Cenas de casa, e o dedico a minha mãe

  Poema de Natal -  dezembro 19, 2013 Cenas de casa                                                                    (Rio, dezembro de 2005) A delicadeza é da ordem da leveza. Ítalo Calvino nos esclarece que a palavra relê o traço visível da coisa invisível, a coisa ausente, como algo frágil e jogado no vazio. A linguagem nos permite chegar perto das coisas (presentes ou ausentes). É neste movimento com a linguagem que insisto em levá-los... 1 Nas asas do avião ainda duas poltronas disponíveis – as últimas?                       ...

Hoje é sábado e Dia Internacional da Mulher

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A homenagem é para minha mãe: à sua alegria e beleza, delicadeza e generosidade sem limite! À sua força de  vida!                Em Vitória recebendo                       o Diploma, ainda solteira.                       Em Manaus com os três filhos. No detalhe, a arara vermelha que observávamos e cuidávamos carinhosamente no galho do flamboyant. * E  MUITO CARINHO PELAS MULHERES PALESTINAS!

A obra em obra

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                       O lago e a lua                                         Sol, 2025

Sociedade de Leitores de Francis Ponge - SLFP

A SLFP fez aniversário. Bravo!  Vida longa a Francis Ponge! Se muitas outras Sociedades de Leitores existissem, o mundo respiraria melhor. Leitores protetores da obra de um grande poeta, Leitores estudiosos de literatura, Leitores de várias partes do mundo. Leitores ligados à arte e à escrita. Abraçamos os amigos e os colegas Leitores de Francis Ponge.  Rio de Janeiro, março de 2025

O mundo se abisma,

mas não sei dizer quem se abisma mais. Serão os Europeus que acham que precisam se armar até os dentes, porque perceberam que não podem contar mais com a ajuda "da proteção" americana? Querem se armar contra quem? Será a Liga Árabe que, finalmente, parece ter entendido que deve unir forças para proteger Gaza? Demoraram demais para entender. Serão os países ricos que, agora, estão taxados nas aduanas pelas mercadorias que entram na América?  Serei eu que encontraria muitas outras saídas nada bélicas para resolver os problemas do mundo?  Acaso, o presidente americano não reconhece que a lei do comércio exterior é uma via de mão dupla? É tudo estranho demais. E, eu me abismo com tudo isso que acontece ao redor. E, meus caros, ver a Ucrânia entregar seu minério aos americanos me dá um enorme mal-estar. A paz não deveria passar por este gesto. Caros Senhores do Poder,  Vocês não sabem conversar? Ou só pensam em armas e minérios? Quem pensará nos homens e nas mulheres ? Quem pe...

Sobre 1964 no Rio de Janeiro

 Fiz 13 anos em março de 1964. A memória ganha espaço agora e recupera algo daquele ano, onde eu já estava no Ginásio Orlando Roças começando a ter amigas no Rio de Janeiro. Morávamos na rua Redentor em Ipanema, e a praia em frente à rua Joana Angélica era um acontecimento.  Meu pai continuava a trabalhar em Manaus. Quando o Golpe aconteceu, ele estava lá e nós aqui. Lembro de ter vivido dias tensos demais pois mamãe teve medo. Não entendi nada muito bem. Mas soube que haviam destituído Jango, o presidente do Brasil. Os militares tinham ocupado o Poder. Nos dias e meses seguintes cheguei a ver tanques de guerra nas ruas do bairro. Lembro de um tanque enorme desfilando na Praça Gen. Osório com um soldado carregando um fuzil, em pé, na abertura de cima. Cena assustadora que mamãe não soube explicar. Telefonemas foram dados ao meu pai da Cia.Telefônica de Ipanema, mas as vozes chegavam entrecortadas. Chorei.  Meu aniversário daquele ano é nublado. Não lembro de quase nada, e...

Poética da pintura

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                            Verde natura O traço se abisma Na ausência do traço  E à noite ganha  outra luz

Nota não carnavalesca

Não estou nos blocos! Não estou no asfalto! Não estou sambando... Meu bloco é de escrita e dentro de casa. O samba  é de letras ou de pincéis. Leituras. Memórias.  Pinturas e arrumações.  Escutamos música clássica. E Bach e BLUES...  (E não gostei do Oscar!) Rio de março acontecendo, 2025 PS. Explico porque não gostei do Oscar: as atrizes 'plastificadas' estão horrorosas ao meu olhar. Mickey Jagger parecia fora de lugar e sem noção, as críticas a este momento do mundo foram brandas demais, e as piadas sem graça... ou seja, faltou um toque criativo de inteligência.  Ah, alguns apresentadores estavam beirando a antipatia. My God!

"Ainda estamos aqui"!

Parabéns ao filme "Ainda estou aqui" dirigido por Waltinho Moreira Salles pelo Oscar recebido para Melhor Filme Estrangeiro! Um bonito discurso foi feito na hora da premiação. Bravo! Parabéns ao Cinema Brasileiro e a quem faz cinema sério! Parabéns! Parabéns!

Poema da espera

De dentro do sonho Os olhos seguram segredos Flores lilases partem Sobre a mesa da sala Descansam suavemente Meus pés descalços no chão  Dias e noites de espera (...)

Flor de cactos

Amarela manhã em pétalas  que carregam cor Abrem-se asas de um botão  em flor De dia um domingo dentro do Carnaval Risos abertos A noite é fantasia banal Ainda blocos e blocos  Nas ruas quentes verão absoluto, ardente Silêncio no bairro A brisa azulada  andando de lado abismada  Domingo de março, 2025

Diário fotográfico

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               Foto de Primeiro de março de 2024    Meus caros, Lembrando e pedindo pela proteção da Natureza em nosso país e no mundo. E pela proteção do planeta! Sempre contra a Extrema-direita, claro! Sigamos em direção ao Outono que nos trará algum refresco.

Hoje é sábado, mas...

Amigos, Ontem, vimos o governo americano de Trump fazer seu teatro de terror mostrando ao mundo como eles, os americanos, pensam e funcionam. Diante das câmaras de tv e dos microfones intimidou o presidente da Ucrânia. E, assim marcham as coisas por lá. A regra é simples: eu decido e falo e você se submete.  A tão esperada paz terá que ser amarrada às regras de um jogo perverso. Ou seja, minério e money, money, money. Não há diálogo nem respeito. O mundo político americano está funcionando com códigos bizarros! Sempre foi assim? Não sei. Mas, constatamos o Império americano. Até quando funcionará impondo sua politica a outros paises porque o mundo pode vir a se cansar disto, não? E pode vir a isolá-lo como ele mesmo faz com os países que não se submetem. A regra da política de autonomia dos países ficou devastada. E alguns jornalistas internacionais ficaram estarrecidos. Foram ouvidas palavras de um desrespeito absoluto. Volto a dizer que seria cômico se não fosse trágico, meus car...