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Mostrando postagens de maio, 2010

Convite para o lançamento do livro O idioma pedra de João Cabral

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Caderno de viagem

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Anotações de leitura

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Correspondência entre J. Paulhan e F. Ponge

Do livro Correspondence 1923-1968, J. Paulhan F. Ponge. ed. Gallimard, 1986. Carta de 1948, n. 406: Marie-Louise est morte, plus encore que des brûlures, du remède: transfusions de sang chaque jour, comme pour un jeune aviateur - Mais son coeur a cèdé. Em tradução livre: Marie-Louise morreu, mais do remédio que das queimaduras: transfusões de sangue cada dia; como para um jovem aviador - Mas seu coração parou. E a nota do livro esclarece o que traduzo assim: A esposa do poeta Henri Michaux foi queimada viva em sua própria casa, ao se aproximar de um radiador usando uma camisa de tecido sintético, ela morreu depois de um mês de sofrimento.

Folha manuscrita e conservada nos arquivos de J. Paulhan

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Francis Ponge

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Alguns versos de "La chèvre" de Francis Ponge

A cabra “E se o inferno é fábula no centro da terra, Ele é verdadeiro em meu seio.” (MALHERBE.) À Odette. Nossa ternura ante a noção da cabra é imediata pelo que ela comporta entre suas patas delgadas – inchando a gaita de foles com os polegares abaixados que a pobrezinha, sob o carpete em forma de xale sobre seu espinhaço sempre de esguelha, incompletamente dissimula – todo aquele leite que se obtém das pedras mais duras pelo meio roído de algumas ervas raras, ou de ramos de vinhas, de essência aromática. Bagatelas todas essas, você já disse, nos dirão. Certo; mas na realidade muito tenazes. Depois aquele sino, que não se interrompe. Todo esse tintouin , graças a Deus, ela tem a felicidade de acreditar, em favor de seu rebento, quer dizer para a criação deste peque...