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Mostrando postagens de julho, 2018

Na linha da escrita

No último domingo, enquanto a praia permanecia aberta aos passos dos pedestres, crianças e idosos circularam em meio aos caminhões de lixo e de carregamento de banheiros químicos. Não sei dizer por qual razão tudo acaba sendo recolhido durante uma manhã de domingo. Ainda nos recuperamos dos jogos da Copa do Mundo na Rússia com os ensinamentos diversos que nos chegaram na dimensão globalizada do nosso mundo, que gira na rapidez impensada dos whatsapps,  e   em meio aos noticiários internacionais. Naturalmente, tudo isto não nos dá intervalo algum pra respirar e menos ainda pra descansar das matérias cheias de falcatruas e de descasos causados por políticos que não pensam. Já estamos diante do novo cenário onde estes senhores se costuram e se alinhavam como podem para buscar alianças e, assim, considerarem que poderão alcançar nossos votos para persistir na vida insana que levam.     Políticos de carteirinha e de famílias de políticos de carteirinha precisam p...

Lua no Leblon

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                                          Surge tímida a lua vermelha

Cappella degli Scrovegni - Padova , Italia (jardins)

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                                           Fotos de José Eduardo Barros, 2015                                          Nota:                                          Caminhamos em meio ao inefável!                                          Do lado de fora da Capela o sol compunha                                          com o frio um ar leve que nos preparou para                         ...

Jardim Botânico (detalhe)

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Poema do próximo livro já a caminho...

RELÓGIO As horas das manhãs de domingo ao redor. O relógio oito recomeça. Bate o tempo das ruas. Os pés inchados anunciam a seca. A chuva e o sol não se misturam: infância em Manaus. Os homens trabalham no verão nas plantações de abacaxi. Descansam no embalo da rede. Mascam tabaco. Os poetas do norte e nordeste examinam o verso a cada romaria. O pranto lhes chega de repente. E embora os olhos pisquem não dão conta da maré cheia. À margem do rio Negro a areia é alva. O relógio bate sete horas. A boca sem segredos sente angústia. Mais de sessenta anos. Enfrenta a esperança. Revê espaços da infância (os pés cansados de correr na grama e um copo d’água engolido de uma só vez!)

Cadernos Portugal

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Colagem

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                                               Colagem de 2014

Poema

Aqui e em nenhum outro lugar a esperança insiste. De asas verdes se balança no vento da manhã invernal.

Simone Veil : une vie

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Simone Veil no Panthéon

Hoje, a França aplaudiu Simone Veil pelas ruas de Paris. Uma bela e digna homenagem.  Agradeço a Simone Veil que nos deixou um legado de coragem, sempre testemunhando a favor dos homens. Rio de Janeiro, 1 de julho de 2018.

Nosso Tempo, nosso mundo

A tela gigantesca que o espelho do mar retrata tem nos mostrado o nosso Tempo! Os imigrantes lançados à própria sorte: homens, mulheres e crianças morrem famintos ou afogados nas muitas travessias que fazem buscando sobreviver, com poucas chances de receber cuidados básicos. Quase todos os dirigentes das grandes Nações, as mais importantes e envolvidas diretamente com as guerras e as migrações, já que os dois temas estão interligados, deixam ver as suas ‘faces’ nas atitudes, pouco humanas, que têm tomado. Aos trancos, sem suavidade alguma, sem reflexão nem mediação recebemos as imagens do mundo, nosso mundo, e procuramos seguir a vida sem nos desestabilizar. Mas, nos momentos de silêncio precisamos refletir. Nosso Tempo é agora, e está rodeado de questões graves e violentas, tanto aqui no Rio de Janeiro como nos E.U.A ou na Europa que vive um momento de sua história sufocada por problemas agravados pela enorme imigração que vem da África e do Oriente Médio majoritariamente. ...