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Mostrando postagens de setembro, 2014

Poema - Caderno,

CADERNO, Deslizam em minhas mãos as linhas da manhã. Sou e não sou uma rosa. A luz ofusca. Recupero nas linhas verdes do caderno – entre o branco dos intervalos – a caligrafia da cidade. Letras informes. Alinhavo vogais. Alimento o direito de vagar nos pensamentos. O ar penetra nas narinas e sopra um tule de vento: asas de um monólogo. Folhas ainda úmidas escondem os lábios entreabertos do dia. A mão recebe o ritmo. A letra abre e fecha a respiração.                                                                        Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2014.

Poema - Cigarras

CIGARRAS                                                                              Das paredes do silêncio escuto cigarras Primavera Um mundo de ruídos  Movimentos rápidos banham o dourado da luz A paz penetra harmoniosa Os santos óleos avançam calmamente no corpo (o óleo perfumado secretado pela árvore do eucalipto) Emoções fortes sublimam o enredo e a história de outros tempos A hora do relógio pouco importa As renúncias ditam as leis O néctar vem beber em fontes mais antigas Escrevo o  dia que morre e a manhã que nasce Ninguém Nenhum amigo A escrita...

VII seminário: "o passado no presente/ releituras da modernidade" - com minicurso na UFF

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Victor Brecheret no IMS do Rio de Janeiro - again!

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                                      Digo: Instituto Moreira Salles.                                           Fotos de José Eduardo Barros em 14.09.2014.

Livro novo: Traduzir, testemunhar Francis Ponge

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                                                                                  Em breve: Lumme editor/ Faperj.                                           Laçamento no Rio e em S.Paulo.

Céu e sombras - Rio de Janeiro

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Fotos de José Eduardo Barros (Fotos feitas nos bairros do Leblon e Urca)