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Editora: http://ediçõessol.com.br

Eu voto por mim e pelo povo brasileiro, claro!

Amigos, o voto é secreto. Mas, desta vez, precisamos partilhá-lo! Voto pelo que acredito e sempre acreditei. Voto pelo humanismo, em defesa de nossas florestas, acreditando em movimentos que visem atender às populações mais necessitadas, e àquelas que trabalham e suspiram procurando viver melhor mas nunca conseguem ou alcançam tão pouco. Escolas para todos é o meu lema principal, seguindo o que o nosso Lula prega na sua caminhada. Livros e respeito humano são cada vez mais necessários neste nosso mundo, e não só aqui. Voto e sempre votei visando um Brasil melhor com saúde e atendimento médico possível ao nosso redor. Sabemos que os planos de saúde particulares nos atendem, mas são caríssimos. E vivemos presos a estas barbaridades da economia. A água e o esgoto são um direito básico e precisam chegar em todas as moradias,  no entando ainda há muito a fazer pelo saneamento básico de quem mora em comunidades. As diferenças sociais sempre foram enormes por aqui, nesta cidade de belezas...

Neste domingo dia 6 de setembro, escrevo:

Por aqui, a política ferve as cabeças de Brasília! No STF acontece de tudo: intrigas e mentiras. Não dá para crer neste emaranhado de histórias de granas e iras. Que dó que tantos se ocupem de um tema tão bizarro. Um dia atrás do outro; eleições chegando. O mais importante não pode cair nas mãos de loucos. Ganância não tem medida. Invade o mundo dos ocos! E o pensamento sério tudo alcança. Até mesmo estrelas. Queremos "bis" nas próximas eleições! Simples assim. Chega de barbarizar para atordoar. Neste setembro chuvoso,  onde gestos não se confundem, a vida avança.  Ah, não morreremos nas sombras entre sonâmbulos que se agitam. Seremos o alto voo da gaivota!

Com pinturas ao redor

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  Pinturas diversas em cores e temas que nascem poeticamente, agora, habitam espaços de nossa casa. E já são mais de cem trabalhos realizados! Procuro na pintura trazer a natureza e sua força com emoção. E as cores surgem vibrantes apresentando o inesperado. Móveis, estantes e cadeiras saboreiam as cores das primeiras telas.

O corpo da língua

Pudor no corpo em uma escala azul. Longa reflexão.  Quando a torrente de verbo cessa seu volume a vida acontece mansa. O anjo sopra movimentos. Vibra. As pernas não mais seduzidas percebem gestos. Ah, que luxo a língua  guardada entre dentes. A espera faz um outro tempo. Terra, árvore - flor. Dádiva e semente. Rio, quase primavera, 2026

Mudança climática e mais ainda

O calor tudo derrete.  Atenção: até mesmo o coração padece. Um verão escaldante antes tão aguardado nas praias e nas noites cariocas, agora, nos enche de temor. Pés descalços nas areias do mar. Água de coco,  um mergulho ou mais de um. Sem vento algum. Um sufoco de calor. O mundo europeu não suporta  quarenta graus à sombra. Itália, Espanha e França suam os cabelos das florestas. Incêndios desmedidos. E as montanhas de picos brancos  derretem até as rochas que nascem negras. Um alvoroço e muitas pesquisas. O perigo ronda os Alpes.... Mudanças sabidas.  Mas desviadas das discussões.  Decisões adiadas.  Aquecimento nas águas dos oceanos. Sofrem homens e animais. A terra padece: aquece demais. Plantas e plantações secam. Os rios descem. As nuvens trazem os temporais. Picos de calor. Arrepios. A pele do corpo mal respira. E idosos e crianças são mais atingidos.  Água, água! Muitos goles mais. Nas grandes montanhas do Nepal  até mesmo os monges se...

Aconteceu na região do Nepal

Chuva,  chuviscos. Ciscos d'água,  temporal. Inundação. Pingos escorrem água ligeira e se misturam no mundo no gelo, no barro, nas árvores.  Muitos pingos grossos somam  lama no chão. Ondas de lama crescem. Acumulam força e carregam tudo ao redor os grossos pingos.... Chuva e vento. Raios. Trovão. Gelo derretido. Um monte de pedras deslocam. Os homens impotentes mal conseguem correr. Elefantes grandes líderes inteligentes sustentam o que podem: crianças, homens e animais. O que vimos desaparece. As águas das montanhas levaram vilarejos, vales e regiões  no sul do Himalaia.  Montanhas de casas e pontes  subitamente morrem. E mais de mil e duzentas crianças  foram salvas, sim, subindo a trilha  íngreme  da montanha guiadas por  um único professor.

Livros, luz e luar

Brancos livros.  Pobres. Raros. Um raio atravessa o céu sem nuvens e sem estrelas. Páginas abertas perto do mar. Traços. C a l i g r a f i a s. Ligeiras letras sinais. Cicatrizes. E banham o espaço do corpo de palavras. A cor percorre os dedos bem estendidos. Nuvens altas. Chuviscos. Mais um raio. Luz clarão.  Ao sabor do sol  o pulso arde o poema. Um só momento lento. Dentro de casa e perto da janela restam sombras. Na madrugada a lua compareceu. Desapareceu mansa linda luz (no suspiro da boca).