Terminei, ontem, a leitura do livro A Judia Raquel de Francisca Senhorinha da Mota Diniz e A.A. Diniz. O livro participa da coleção Escritoras do Brasil, e foi editado pelo Senado Federal em 2020. Surpreendida com a leitura, recuperei um texto lido na minha adolescência. Possivelmente alcançado nas estantes de meu vovô Lins, em Vitória. Difícil firmar uma data para esta primeira leitura. Mas a emoção da releitura foi enorme. Assim, agradeço imensamente a quem me presenteou com este exemplar tão valioso, hoje, pra mim. A história cheia de mistério e sabedoria guarda nuances da escrita feminina de Francisca Senhorinha. Somada a uma coautora, sua filha Albertina, esta escrita parece fruto de pesquisas interessantes. São as cidades de Alepo, Jafa, Cesareia, um sultão do Egito, orações da tradição católica no século XIII entre tantas outras surpresas que nos alcançam na leitura. E, viajamos com a personagem Raquel até mesmo nas grafias variadas e explicadas nas notas de rodapé....