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Mostrando postagens de agosto, 2016

Saudações

Quem se lembra de Henriqueta Lisboa? Ela nasceu em Minas Gerais em 1901 e morreu em 1985. Foi poeta, professora, pesquisadora e tradutora. Traduziu Cantos de Dante e poemas de Mistral. Suas Antologias circulavam nas Escolas, e no Ginásio, em minha época de estudante, aprendíamos e recitávamos alguns de seus versos com entusiasmo nas aulas de português. Com a chegada de Ferreira Gullar à Academia Brasileira de Letras aproveito para saudá-lo e, também, saudar Henriqueta que foi a primeira mulher a entrar para a Academia Mineira de Letras. A menina Selvagem                               Para Ângela Maria                                       ...

2011 em Berlim

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                                           Fotos de José Eduardo Barros no verão de 2011.                     OBS:  O Museu Judaico de Berlim nos oferece múltiplas experiências.                                E em seus jardins nos entregamos às memórias de textos lidos,                                de relatos autobiográficos dramáticos, mas, também, conseguimos                                usufruir do vento e da sombra das árvores!

Revista Polichinello - n. 17

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Clique no link abaixo pra ler os textos publicados na interessante revista  Polichinello : http://revistapolichinello.wixsite.com/poli17 E aqui o meu texto ensaístico  Traduzir testemunhar   http://media.wix.com/ugd/597395_53be4d03c52f45b8a8d5b14744aacaee.pdf

ALGUNS ÂNGULOS DA FUNDAÇÃO PEGGY GUGGENHEIM - VENEZA

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ENDEREÇO DO SITE  http://www.guggenheim-venice.it/ Fotos de José Eduardo Barros realizadas no espaço externo da Fundação em abril de 2015.

Lançamentos hoje na Travessa

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   Na livraria Travessa de Botafogo, hoje, o belo livro de Márcia Rambourg, a poeta e tradutora que vive na França onde leciona na cidade de Tours! Cito parte de e-mail recebido da autora: Autografo meu novo livro Mater ex-crita , pela Editora Oficina Raquel, com prefácio da escritora Solange Rebuzzi e capa da artista plástica francesa Sylvie Lobato, em fins de agosto, no Rio de Janeiro. 

Olimpíada brasileira no Rio de Janeiro

Corremos Torcemos Suamos Vibramos muito! Respiramos! Ufa! It's finished Aprendemos e demos lições! Algumas inesperadas Agradecemos aos nossos atletas e aos outros - de tantas línguas - que vieram e somaram! Sorrisos e lágrimas brotaram de expressões densas banhando nossas águas Pátria amada "Salve! Salve!" O mundo ficou colorido Esquecemos (por um tempo) as tragédias humanas Triste política ici et  là bas No novelo ainda a se desenrolar as rendeiras teceram fios Et maintenant ... a nossa música ritmada ecoa ao largo "tu me ensina a fazer renda/ qu'eu te ensino a namorá" Nossos mares têm mais vida! "Nossa vida em teu seio mais amores"!  Rio de Janeiro, 22.08.2016

Olimpíadas no Rio de Janeiro (3)

Aquele abraço aos argentinos! E VIVA Del Potro!!!

Escrever a mão

Cavar a letra n o branco d a página .   D esenhar  su as pernas . Modelar o  corpo da letra  no contorno   d a escrita . Subir e descer e, a c ada vez, como se fosse  a busca d a intimidade mais guardada,  aquela desvendada na infância,  tr abalhar com esforço e esmero.   Quando desenhei minhas primeiras letras no papel ,  acompanhava-me uma alegria genuína.   A mão forçava a delicadeza. Os traços subiam e desciam obedecendo algum ideal procurado fora da margem do papel.  A letra d o  outro? Ou a letra imaginada perfeita? Pouco importa. A vontade e o ent...

"O Rio de Janeiro continua lindo" - Gilberto Gil

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A voz do nosso Gilberto Gil na música Aquele abraço.

Olimpíadas no Rio de Janeiro (2)

                                             “ O Rio de Janeiro  continua lindo                                                               O Rio de Janeiro  continua sendo                                                                                     (...)  aquele abraço! ”                                                   ...

Olimpíadas no Rio de Janeiro (1)

A cidade se transfigura em muitos sentidos. Os bairros da zona sul, finalmente, ganham o metrô;  a nomeada linha 4. Saem os tapumes das obras e as ruas se abrem. Olhamos ao redor e redescobri- mos a largura das avenidas. Somos seres estranhos diante de tantos feitos grandiosos   em obras  realizadas ,  inicialmente , para os atletas e os turistas.  A ordem da vez é  “Família Olímpica”.  Mas, pouco  ou  muito pouco parece ter ocorrido   pensando n os habitantes da cidade. Será? Não há como reclamar diante do belo. As mudanças arquitetônicas são desmedidas. Há ganho...