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Mostrando postagens de fevereiro, 2012
Carnaval em S. Paulo (2): Masp e poemas visuais no metrô
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Manifesto de uma poeta brasileira
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O respeito à Grécia e à humanidade do homem Temos escutado, lido e visto pela TV as imagens de uma Grécia em destruição. Quero, em meio ao sofrimento de um povo tão antigo e digno de nosso respeito, manifestar o meu mal estar para dizer o quanto o mundo dos homens se tornou cruel nesta perspectiva ditada pelos "mercados" que, agora, comandam a política, inclusive de povos desenvolvidos e guardiões de nossa história. Se nos próximos anos deste século não invertermos o pensamento do homem, caminharemos sem as normas da humanidade que sempre ditaram nossos princípios éticos. O que acontece hoje na Grécia foge completamente à ética humana. E, confirma a direção que vem sendo dada pelo mundo financeiro, infelizmente voltado sempre para a ganância e o “crescimento” econômico. Já esta na hora do homem pensar mais em partilhar e gerir o que ainda temos – em termos de natureza e alimentos – para conseguir, nas próximas décadas, administrar os espaços com a pobreza e os desempregos ca...
Mário de Andrade (colagem)
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Em geral todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade. Na palestra proferida por Mário de Andrade na tarde do dia 15, posteriormente publicada como o ensaio A Escrava que Não É Isaura , 1925, ocorre uma das primeiras tentativas de formulação de idéias estéticas modernas no país. Nessa conferência, o autor antevê a importância de temperar o processo de importação da estética moderna com o nativismo, o movimento de voltar-se para as raízes da cultura popular brasileira. A dinâmica entre nacional e internacional torna-se a questão principal desses artistas nos anos subseqüentes.
Wislawa Szymborska morreu dormindo
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http://www.lexpress.fr/actualites/1/culture/deces-de-la-poetesse-polonaise-wislawa-szymborska-prix-nobel-de-litterature_1078112.html Impossibilidades para Wislawa Szymborska Prefiro as impossibilidades aos grandes possíveis De um impossível - a outro os absurdos se estendem sobre a mesa Flores e folhas silvestres prefiro (porque sim) Alguns não reconhecem humanidade no homem que passa ao lado A lua de abril não termina em abril e a rua escorre os últimos pingos Entre um morrer qualquer a aurora desmonta a impossibilidade
De encomenda
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Encomendei a José nuvens (aos amigos esclareço o diálogo não foi bem assim) Peço em seguida ao Tempo: pare de correr As nuvens padecem das horas O Cristo vestido em algodão branco No prédio espelhos nuvens fazem buracos roxos cinzas E o Dois Irmãos na penumbra da tarde encobre meus dedos firmes no verso livre da ri- ma perfeita ? Fabrico nuvens gordas doces e assim penso seguir... tranquila(mente) As nuvens padecem das horas Nas alturas nos abis...
Exposição de Pierre Bonnard (surpreendente!)
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