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Mostrando postagens de agosto, 2018

Cadernos de anotações e pesquisas

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                                              Notas feitas em 2010-2011

Cidade Universitária de Paris, 2018

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                                                                          Casa Central                                              Casa do Japão Lateral da Casa da Espanha                                          Cidade Universitária (vista de fora da entrada principal) Casa da Argentina Casa da Argentina à esquerda. As duas últimas fotos são de 2009. Maison do Canadá, 2008-2009 Nota: Que possamos um dia, ainda no séc.XXI, ter a nossa Cidade Universitária. Quem sabe financiada pelos milionários do País, que possam vir a pensar mais em educaç...

Um desabafo:

Que perguntas "bobas" fez o Jornal da Globo. Perdeu a chance de trazer as belas idéias da Marina! Rio de Janeiro, 30 de agosto de 2018 

Quinze vezes o cravo de Luciana Brandão Carreira

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Cristiano De André canta La canzone dell'amore perduto de seu pai, Fabrizio

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Bolonha, 2010 Desfrutem!

Traduzir, testemunhar

Em tempos de eleições de múltiplas espécies e interesses, retomo meus estudos de Tradução buscando dizer algo, ou melhor testemunhar: As bombas ao nosso redor no mundo de hoje, conforme sabemos, matam e destroem cidades inteiras ou parcialmente, e destroem a vida e a herança dos homens. Já destruíram inúmeras bibliotecas, casas, igrejas, hospitais, museus. Ponge, assim como outros escritores que viveram a Guerra, escreveu e testemunhou sobre isso. Ele demorou muito tempo para escrever mas o fez. Testemunhou algo desse Real insuportável.  Retomamos nossos dias para afirmar que as bombas, recentemente, destruíram arquivos arqueológicos do que foi considerado o berço da civilização. Destruíram a mais velha universidade do mundo civilizado e, depois, pilharam a biblioteca de Bagdá (onde estavam manuscritos do mundo islâmico) e ainda o museu arqueológico. (...) pg: 98 Trecho do livro Traduzir, testemunhar Francis Ponge , Lumme editor - Faperj, 2014 (Pedidos para editora di...

Sobre Tradução: Nioque de Francis Ponge

Um estudioso do latim ou do grego poderia desdobrar também, nesse estudo, o possível e impossível da linguagem poética, mas, o que vai me interessar de maneira mais simples, nas observações recolhidas no Littré, seria esse tempo de mudanças no idioma originado do latim. Se a língua francesa permaneceu, até o século quatorze ou quinze, com a marca materna de um latim que obrigava  à declinação, ela participou menos do luxo da ousadia e de sonoridades ricas que  abordaram as línguas italiana e espanhola ao se separarem do latim. A língua  francesa ficou mais perto de sua musa, "une muse plus sévère", mantendo, na  poesia, seus traços. (...) De certo ponto de vista, a tradução nos fornece reflexões sobre a clareza da  língua, o que o texto original, em geral, deixa mais encoberto. Com os espaçamentos  e as ressonâncias reduzindo o que dificulta a circulação do sentido no texto, o tradutor  encontra - ao traduzir o novo e o ...

De cabelo em pé

A expressão antiga me ocorreu, hoje cedo, na hora de tomar o café da manhã. Até então, eu não havia conseguido fazer nenhum comentário sobre o Debate dos Presidenciáveis na Band. Mas, fiquei de cabelo em pé! Isto traduz a forma como me senti durante o Debate, na noite de quinta-feira, ao ouvir as perguntas rápidas e as respostas também rápidas de alguns - ilustres ou não - convidados daquela noite. Com um sentimento de estranheza, um riso fora de lugar me desconcentrou durante algumas respostas dadas pelos Presidenciáveis. Com certeza, estes são os personagens deste momento de nossa história. Mas não é ficção. É História. Gostaria de ouvir historiadores, cientistas políticos e filósofos comentando este momento. O tema não é banal para brincadeiras! Rio, 12 de agosto de 2018

Domingo no mar

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                                          Fotos de José Eduardo Barros                 no final do Leblon.

Dois poemas em foco

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                                                        Livro:  Outonos, 7Letras 2014

César Bisso, poeta argentino

—Amigos, compañeros de ruta te han ido surgiendo y con nosotros compartiste sus nombres. Circunstanciales unos, entrañables otros y, hasta diría, algunos, imprescindibles. —Los antiguos griegos llamaban  pharus  a los fanales que iluminaban la entrada a los puertos. Desde mi perspectiva literaria me gustó llamar  faros  a quienes supieron alumbrar el sinuoso camino de mi poesía. Sin lugar a dudas esa primera torre que iluminó el bajel de las ilusiones, como antes te contaba, fue Francisco Mian, un profesor de Literatura, en mi juventud santafesina. Luego siguieron otros, como Raúl Gustavo Aguirre y Rubén Vela, en el derrotero de mis primeros años por la gran urbe porteña. Y después vienen los que remaron (y aún reman) a la par en la vida, muchos de los cuales ya fui nombrando. Agrego los de algunos extranjeros con los que alterné en festivales, de entre los más cercanos al corazón: Zingonia Zingone (Italia), David Castillo (España), Ales Steger (Eslovenia), Gary ...

Caderno peixe negro - em versos

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Na linha do olhar: a festa aos antepassados italianos

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                                                                                                                          Fotos feitas por nós em março de 2018.

Roma em cena - poema do livro Outonos

Trastevere nasce na manhã respingada. Escuto a cena matutina. Pedras negras e roliças não acomodam os pés. Escorregam. Há os espaços largos e os famintos que pedem. No antigo bairro romano a igreja de Santa Maria guarda o pó no brilho dos antigos. Trastevere atravessa. Do outro lado - rio Tibre - noites de verão. Excessos. Estreitas ruas pequeninas janelas paredes casas medievais quentes cores recobrem cenas de Fellini. Na fonte três mendigos lavam o algodão. Gesticulam. Due donne falam. Tu pensas? Caminhonetes mercadorias. Os cafés desfilam. Trastevere acorda. Trastevere, uma manhã respingada. Assombrada.

Na linha do olhar - parques, jardins e esculturas

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                                         Parque de Bagatelle, Paris - Esculturas de Krajcberg                                                                                                   "Centauro morrendo" de Bourdelle                                                      em Buenos Aires                                                     (próximo ao Museu de Belas Ar...

Pequena Nota sobre política:

Os políticos do País jogaram na "vala comum" a política do nosso País. E, de tal forma que  a maioria dos jornalistas não consegue assunto sério para entrevistá-los. Nós, meros cidadãos, agora importamos e muito. Ou melhor, iremos "respirar" no pouco espaço que nos resta no horizonte. E, não será com Bolsonaro.  Never ! ( Nunca a repetição de um Trump!) Mas com MARINA, porque teremos a chance de ar puro!!!

Léo Ferré chante les Poètes (Partie 1)

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Recolhido no youtube. Um pouco da beleza e da sensibilidade de Léo Ferré.

Ontem e hoje

Em alguns bairros da cidade do Rio de Janeiro costumávamos acordar aos sons de ruídos trazidos por algum pássaro que, distraído, ousava cantar alto próximo de nossas janelas. Acordamos, hoje, com o barulho estrangeiro de helicópteros rosnando nos céus da cidade. O que fizemos ou não fizemos para que tudo ao redor esteja tão destruído e destituído? As montanhas que nos rodeiam eram verdes de florestas. Hoje, elas estão coloridas de violência. Há “excessos” de tudo e em todos os níveis da sociedade. As pessoas parecem querer viver em um grande Parque de Diversão, onde a regra básica é aproveitar.  Somos os passageiros e os tripulantes de nossa própria viagem. E o mundo está em conexão direta – em línguas múltiplas – e nos deixa ver as possibilidades distintas às quais podemos nos lançar. Mas há que estudar, ler, trabalhar e investir tempo e dedicação construindo todos os instantes. Vivemos na correria e esquecemos o mais simples de nossas vidas. A vida é uma delicadeza! E ...

Na linha do olhar - barcos e mares

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Urca, Rio de Janeiro                                                                                        Copacabana, Rio de Janeiro Guarapari, Esp. Santo      Veneza, Itália                                            Nota:                                           O mar, os barcos e a arquitetura, hoje, não compõem                                           todo o entorno que nos é dado ver e conhecer.  ...