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Mostrando postagens de janeiro, 2017

Com amigos e poetas de nosso tempo

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Com Augusto Bastos, parceiro no jornal Poesia Viva e no Café Letrado da livraria da rua Dias Ferreira; a ContraCapa                                                       Régis Bonvicino, Rio de Janeiro 2016                                                         Henri Deluy, Jardim Botânico do RJ 2007                                                   Laure Limongi, Paris 2009 Leda Hühne e Léa Madureira, livraria Travessa Ipanema 2010                                        ...

Feliz ano novo em japonês!

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                                                        O cartão postal japonês levou mais                                                         de um mês para chegar ao Brasil.                                                         Partiu de Tókio.                                                         Arigatou!                                 ...

Velas Içadas | Bruno Mangueira & Rusty Burge

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Divulgando o trabalho de Bruno Mangueira, sobrinho talentoso demais! cincinnati.carpediem.cd/events/1960337-brasilia-featuring-bruno-mangueira-at-the-greenwich/

O humanista Pierre Rabhi

https://youtu.be/c7bV3R5uXsQ

Pequena nota - Biblioteca Jacques - Doucet

Devo aproveitar o tempo e organizar um pouco meu pensamento. Nesta mesa de madeira longa e com textura áspera há outros quatro pesquisadores lendo ou escrevendo. Estou sentada no canto da esquerda. Ninguém se mexe. Ninguém fala. O meu relógio de pulso marca 15.30hs. Sou a única que escreve em um caderno de linhas como um caderno escolar. E, este moleskine  azul foi comprado na livraria Gibert Joseph no Quartier Latin. Não encontro razão para continuar aqui. Paris e suas ruas em movimento  constante me chamam. Combinei com José de sair às 17.30hs. Ele está no  espaço ao lado, na Biblioteca Sainte-Genéviève. Ainda não sei o que vou fazer com todas estas informações recolhidas aqui.                   Atrás de mim estão livros de Hugo e Huidobro. Voilà! Paris, 13.07.2011

Poema inédito

Um gesto de ar no movimento da boca e da língua. Uma ação reflexa? Um sopro. Nossos gestos marcados pela emoção testemunham algo do vento? A cidade respira em meu corpo. O ar visceral o sopro do vento o silêncio. Escrito em 13.04.2012

Poema do dia

pulseira de prata limpa na cabeceira o dia bebe a manhã nuvens brancas opaco homem não demonstra nada um ruído longe pássaros acessos no ar o desvendar da matéria coração das palavras

Nota urgente e delicada

Faz muito calor na cidade do Rio de Janeiro. Um calor inigualável, incomensurável, imperdoável! Nem na minha infância em Manaus senti tanto calor. Aliás, o clima tão quente quanto violento nos leva, de imediato, aos últimos fatos acontecidos no Amazonas. Uma violência próxima da barbárie que convida o pensamento a agir. Estarrecidos, continuamos a perceber que a questão é nobre do ponto de vista da urgência e do trato. Os brasileiros, e estamos todos implicados na questão, precisam conhecer os fatos dolorosos e difíceis de gerir. A Nação, já tão castigada pela violência política e pela corrupção escancarada, se encontra neste início de ano precisando gerir e digerir mais algumas questões densas que estão, também, no cerne de tudo. Desdobro a questão mais delicada para dizer que o  pensamento de homens violentos vaga no vazio da violência, e quase não toma forma humana. Explico: o humanismo é uma experiência a ser vivida, ensinada e aprendida no dia a dia das Escolas, das ...

Caminhar...

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                                                                 Verona, Itália   2015 Lisboa, Portugal   2009 Cerisy, Normandia - França   2015 Veneza, Itália 2015 Palma de Maiorca - Espanha  1997 Cité Universitaire, Paris - França   2008

Flores do nosso Jardim Botânico

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Fotos de José Eduardo Barros em tempos distintos

Janelas de Veneza

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Air - Johann Sebastian Bach

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Leituras diversas

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Leitura de O sonho da Gaivota no dia do lançamento                                                                                 Em S.Paulo, leitura no Evento 'Caixa Preta': O livro das areias                              Leitura de Estrangeira na Mediateca da Maison de France, Rio de Janeiro                                                                      Leitura em Escola Pública do R.J. de Formigueiro em festa (inédito em livro)

Inédito, 2017

Se Se eu fosse um imigrante lançando-me no mar aberto em balsas frágeis E quisesse alcançar o território europeu Se eu fosse um africano a procura de trabalho e alimento se eu precisasse de agasalhos no inverno e se o homem ao lado não me olhasse sequer para dar bom dia se eu procurasse a forma de me comunicar e não fosse entendido se as palavras nunca fossem suficientes...   S o b r e viver!? Em 3.12.2017