Leio, na página 221, os seus versos de "Conto de Petersburgo." (...) Portanto, festa? Pois haja festa! Mas como sucedeu que eu seja de todos a única viva? Amanhã acorda-me a alvorada, e ninguém para me censurar, só o azul por trás da janela sorrirá para a minha cara. Mas tenho medo: vou entrar sem tirar o xaile bordado, sorriso a todos e... calada. (...) Na quarta capa deste livro, a importante poeta russa nos diz: " Passava todos os verões nos arredores de Sevastópol na enseada Strelétskaia, e ali fiz a amizade do mar". (...) "Compus a minha primeira poesia quando tinha onze anos." A editora portuguesa Relógio D'Água nos presenteia com o livro Prosas Escolhidas e Poema Sem Herói. Lisboa, fevereiro de 2001. Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra. O belo exempl...