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Mostrando postagens de maio, 2013
Experiências de Tradução III - Mediateca da Maison de France (24.05.2013)
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Homenagem a Geraldo Vandré (45 anos depois!!!)
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Mãos
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Mãos Solange Rebuzzi Você conhece estas alegrias: apalpar o bojo generoso de um vaso e acariciar seu pescoço grácil, depois explorar as sutilezas do seu perfil. Com as mãos enterradas nos bolsos e os olhos semicerrados, deixar-se docemente embebedar pela fantasia dos esmaltes, o brilho dos amarelos, o veludoso dos azuis; entregar-se à luta movimentada das massas pretas brutais e dos elementos brancos vitoriosos... [1] ...
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Experiências de Tradução III A Universidade Federal Fluminense, departamento de Letras Estrangeiras Modernas, e a Mediateca da Maison de France convidam para o terceiro seminário “Experiências de tradução” Coordenadoras: Maria Elizabeth Chaves de Mello (UFF/ Faperj/CNPq) Solange Rebuzzi (UFF/ Faperj) sexta, 24 de maio de 2013 SEMINARIO 9h30 Abertura - Marion Loire, diretora da Mediateca e do Bureau du Livre . Maria Elizabeth Chaves de Mello – UFF – CNPq/FAPERJ Sílvio Renato Jorge – coordenador do programa de pós-graduação em estudos da literatura da UFF – CNPq 10h00 – 11h30 Karl Erik Schöllhammer – Puc-Rio/CNPq “Uma palavra de diferença – uma experiência de tradução de Henrik Ibsen” 11h30- 13h00 Solange Vereza – UFF “A tradução como metáfora e as metáforas na tradução” Emilie Audigier – UFSC « Les traducteurs français de Machado de Assis et leurs bibliothèques imaginaires » Coordenação – Maria Elizabeth Chaves...
Crônica da cidade
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Alto Leblon... à luz de velas Rio, 6 de maio de 2013 Ainda que a vida se apresente em nuances, quero crer que este dia singular se descortinou a partir da tempestade de um outono e seguiu à luz de velas como se fosse um tempo carregado de intervalos lentos em claro-escuro. Ontem, na infância em Manaus, meu pai ligava o motor a óleo diesel e a luz surgia rápido naquelas noites quentes. Mas, hoje, sem a presença que garanta a luz, sinto-me entregue à obra do metro e ao governo que pensa estar abrindo a cidade a novos rumos e, em movimento oposto, nos coloca diante de buracos e obstáculos impensados para uma cidade grande já tão cheia de questões. Mas, a razão desta crônica, pouco iluminada, é denunciar a ganância de nosso governo que está sempre interessado em eventos e mais eventos, e se mostra cego e com inúmeras dificuldades para dar conta das muitas situações inesperadas que presenciamos com sustos mais inesperados ainda, ou mesmo de forma traumática como tem sido visí...