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Mostrando postagens de julho, 2016

Alguns momentos da Exposição de Regis Bonvicino na Oi Futuro - Ipanema

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                                       "Objeto" de Luciano Figueiredo com versos de Régis                                         Bonvicino do poema "A Nova Utopia".                                        Fotos de José Eduardo Barros, 30 de julho de 2016

Homens violentos

O mundo explode. A troca digna desaparece.  Grita-se: “olho por olho”. Somos personagens da história interpelada de horrores.  Violência avassaladora.  Voraz. Sem diálogo.  Alguns desaprendem a fala. Outros usam as máquinas  e  só calculam. Vasculham. Famintos os homens mentem.  Ratos de terno & gravata  (habitantes de Brasília).  Dormem o sono dos impróprios. À toa, mulheres perdem filhos. Esquinas nuas. Cidade cruel. A violência dos gestos.  Afundamos  no mar imundo de guerras fragmentárias. Fragmentados homens! Rio de Janeiro, 28 de julho de 2016.

Regis Bonvicino no Rio de Janeiro: A Nova Utopia

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                                                       OI FUTURO IPANEMA                                                      Abertura no sábado, 30 de julho às 19.30hs O poeta, tradutor, crítico de literatura e editor Régis Bonvicino inaugura no próximo dia 30 de julho, no Oi Futuro em Ipanema, sua exposição “A Nova Utopia”, dentro do programa “Poesia Visual”, que tem curadoria assinada por Alberto Saraiva.  http://sibila.com.br/impacto/regis-bonvicino-na-oi-futuro-ipanema/12618

Il Garda ieri e oggi - Sirmione - Maria Callas

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Sirmione, cidade da Lombardia - Itália

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                                        Fotos de 2015.

Fragmento do livro Oito noites em Veneza

                                                                                                     1.04.2015    Em abril, durante a Páscoa, os sinos tocam. Muito. Andamos perdidos em ruas estreitas. Seguimos o badalar dos sinos sem nos importar com as horas. Percebo, de repente, que as asas fazem parte. Há asas espalhadas nos locais mais estranhos. Estão expostas as asas construídas por Leonardo da Vinci, as primeiras asas feitas por um homem. Há as asas que compõem os quadros dos pintores com anjos dentro e fora dos espaços imaginados.                                                 ...

Le 14 juillet (fragmento do livro Estrangeira)

(Eu vi): Em ângulo nada reto a partir do Arco do Triunfo - no Champs Elysées - *  o desfile de 14 juillet 2005 Primeiro: os aviões em céu de brigadeiro No susto acompanhei a entrada  do presidente Chirac (com leves palmas) Depois - só depois entendi: em primeiro lugar aviões e armas... (...) * Há uma nota interessante nos Anexos do livro Passagens, de Walter Benjamin,  sobre o Champs Elysées que transcrevo aqui: "Avenida luxuosa entre a Place  de la Concorde e o Arco do Triunfo. Durante o Segundo Império com a instalação de cafés, restaurantes, panoramas e circos, ela tornou-se um ponto de encontro do mundo elegante. Tradicionalmente utilizada para paradas militares." p.65 do livro Estrangeira .

Bleu,blanc,rouge

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Homenagem silenciosa ao povo francês!

Boal e Millôr no I.M.S : inesquecível!

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                                                        Exposições que revitalizam a alma!

INDIANAS

1 Cinco mulheres em véus e sandálias de plataforma alta. Verão. 2 Eu não estava em Bombaim mas seus tornozelos tinham a tonalidade  das pétalas de rosa, um pouco violeta. Corriam entre os carros assustadas. Vislumbrei a calça jeans embaixo das dobras vermelhas da seda.  Talvez, em função da maquiagem, da sensualidade do andar, eu tenha parado  para olhá-las: ritmo, perfume, cor... Por um milagre elas surgiram. Foi como pude senti-las naquele longo boulevard Raspail . 3 Um pintor teria dito: parem! Degas pintaria a idade de seus pés ou de suas mãos? Matisse, os volumes  e as formas dos braços? Abro um parêntese. Fui ao dicionário. Procurei, sem saber bem onde estava indo, a palavra  rubra. Precisava do vocábulo para justificar meu poema que atraía sementes. 4 A "coisa" colorida. O vestido de uma Mulher pede para ser usado no plural,   v e s t i d o s      de  M u l h e r e s. Há mais ...

Homenagem a Elie Wiesel (1928 - 2016)

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                                                          Um homem que lutou contra a barbárie                                                            humana.

Na torcida pela jovem síria Yusra Mardini

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A jovem Yusra já é uma campeã. Saiu da Síria para escapar da Guerra.  Nadou durante 4 horas junto com a irmã e mais uma pessoa ajudando  a empurrar o barco onde estavam dezenas de pessoas. Alcançou uma  ilha grega (de onde continuou sua saga até chegar em Berlim).  Precisamos conhecer mais sobre a história destes jovens; os que vivem  a luta pela sobrevivência para escapar desta guerra insana!

Por que a guerra?

Escuto o canto dos pássaros daqui deste recanto onde escrevo. E o mundo continua caminhando em voltas, reviravoltas aparentemente sem direção alguma. Imigrantes de várias nacionalidades saem desgovernados de seus países mergulhados em guerras infindáveis. Por que a Guerra já nos perguntamos, muitas vezes. Mas os homens fazem a guerra sempre, sem encontrar soluções racionais para os problemas considerados infindáveis e marcados pelas diferentes formas de pensar e agir. Estamos assistindo a Inglaterra dar uma volta, na contramão do mundo. Alguns nem entendem direito o que está acontecendo, e que transborda em discussões encaloradas afetando a economia do mundo. Muitos se consideram superiores a outros apenas porque nasceram em território mais rico ou melhor posicionado, geograficamente, neste nosso planeta. Os valores humanos estão alterados. Os homens esqueceram que a humanidade é uma só. As guerras são tradutoras das fraquezas humanas desde sempre. A evolução da hum...