Diário
Rio, 13.06.2020
Hoje é sábado.
Acordei cedo e ouvi ruídos de automóveis.
Um pouco depois, lembrei: é dia de Santo Antônio!
O movimento da mente, rapidamente, me levou a Padova na véspera deste dia
em 2015.
A igreja vazia e os monges em oração se preparavam para mais um dia de festa.
Havia paz no recinto pouco iluminado. E havia Luz!
*
Hoje é sábado.
Acordei cedo e ouvi ruídos de automóveis.
Um pouco depois, lembrei: é dia de Santo Antônio!
O movimento da mente, rapidamente, me levou a Padova na véspera deste dia
em 2015.
A igreja vazia e os monges em oração se preparavam para mais um dia de festa.
Havia paz no recinto pouco iluminado. E havia Luz!
*
Na minha infância havia festa junina, também, no dia de Santo Antônio.
Os três santos comemorados no mês de junho eram a alegria da criançada:
Santo Antônio (dia 13), São João Batista (dia 24) e São Pedro (dia 29).
Na rua havia sempre uma fogueira bem alta onde assávamos batata doce, além de milho verde.
Mas a dança da quadrilha só acontecia na Escola, ao lado da Igreja.
Nestes dias de festa em Manaus armavam muitas barraquinhas com bandeiras coloridas
que ajudávamos a recortar.
A cor e a dança se misturavam com a música da sanfona.
E a luz das pequenas lanterninhas
coloriam todo o céu...
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