Diário
Rio, 14.07.2020
Crônica do dia:
Na França, hoje, comemora-se Le 14 juillet. Mas, não haverá público festivo, claro! Mas muitos fogos na Torre Eiffel!
Crônica do dia:
Na França, hoje, comemora-se Le 14 juillet. Mas, não haverá público festivo, claro! Mas muitos fogos na Torre Eiffel!
Por aqui, não há nada a comemorar. O número de mortes continua altíssimo. São mais de mil mortes por dia, oficialmente, há mais de um mês. E, entre os muitos Estados do Brasil, há um sobe e desce na taxa de infectados pelo covid ainda precisando de estudos, que esclareçam a razão desta oscilação sem precedentes.
No governo federal os desmandos também são sem precedentes. Tiram e botam ministros e técnicos de funções chaves de forma aparentemente aleatória, e parecem pensar que a população não pensa. O Ministério da Saúde continua sem pé nem cabeça, e alguns outros Ministérios funcionam em desordem proposital. É cruel e desrespeitoso com a Nação e o Mundo.
Os adjetivos para nomear o nosso atual presidente ficam a cargo dos comediantes. Porém, até eles não dão conta inteiramente da tarefa, porque temos à frente do nosso país um homem sem educação e sem noção de nada. Parece mesmo um "maníaco" por militares, desde o tempo em que foi expulso da função que ocupava entre eles. Nem Freud explica!
*
Há um intervalo que não se mostra muito facilmente entre o que se pensa e o real.
A distância parece impossível de ser alcançada.
Uma chama acessa no espaço claro da manhã.
O instante aberto pelo pensamento,
o aberto do pensar
o instante.
*
A chuva respira na folha
verde dia no vértice
da árvore ao vento
Respira e murmura
bem perto de mim
a sombra do silêncio
O vento do dia
no corpo da terra;
úmido e ferido
respira a solidão
de um tempo opaco
no espaço sem azul
*
OBS:
Lindíssima a transmissão da festa em Paris. Merci!
(transmissão pela film&arts)
Música é vida!
*
Há um intervalo que não se mostra muito facilmente entre o que se pensa e o real.
A distância parece impossível de ser alcançada.
Uma chama acessa no espaço claro da manhã.
O instante aberto pelo pensamento,
o aberto do pensar
o instante.
*
A chuva respira na folha
verde dia no vértice
da árvore ao vento
Respira e murmura
bem perto de mim
a sombra do silêncio
O vento do dia
no corpo da terra;
úmido e ferido
respira a solidão
de um tempo opaco
no espaço sem azul
*
OBS:
Lindíssima a transmissão da festa em Paris. Merci!
(transmissão pela film&arts)
Música é vida!
*
Enquanto isto, ontem na praia do Arpoador, foi visto e filmado um lindo leão marinho
mergulhando e respirando no mar limpíssimo, nestes tempos de covid!
Comentários
Postar um comentário