Diário, 16.06.2021

Leio e leio e leio Sophia.

Sophia de Mello Breyner Andresen.


Sophia imensa. Linda. Nua

nos versos que atravessam o mar,

correm ao vento e bebem nos jardins das cigarras 

onde sapos e grilos enfeitam o chão.


Nos gestos inquietos de Sophia aprendo 

dos sonhos e nas "pausas brancas dos poemas".

  

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