Diário

Nos jardins de outros dias 


Alamedas livres para os pés e o pensamento.

Tudo parece igual mas não é. 

O corpo leve saboreia o vento nos cabelos.


Uma borboleta yellow pousa perto

e finge que não me vê:

olhos acessos brilham na luz


Areias, perfumes e águas silenciosas.

Aonde e quando?

As casas não são mais as casa de ontem

nem os gestos nem as ruas.


A saudade e o medo se misturam.

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