Algumas linhas em 16.07.2022

 Tempos bárbaros e uma Guerra escandalosa:


Uma guerra de atrocidades, onde um país invade o outro que só se defende. A Rússia se dá ao direito de fazer a guerra com um país vizinho, que era considerado irmão, por querer dominá-lo e impor seu regime, seus princípios. Uma postura arrogante e inadmissível em nossos dias, porque o país invasor se coloca acima do 'bem e do mal' se autorizando invadir, destruir e matar o povo vizinho que pensa e vive de maneira diferente. Vladimir Putin, o presidente russo que encontrou uma forma de permanecer for ever no poder, com o apoio de uma parte da Nação que o teme, causa a muitos de nós, ocidentais mas não só, calafrios de repugnância. 

Nada disto precisaria ser escrito neste sábado de sol, na cidade do Rio de Janeiro, se ontem o exército russo não tivesse bombardeado e destruído totalmente duas grandes universidades, mais precisamente em Mykolayiv. É preciso dizer Não à guerra todos os dias, a maldita guerra que a Rússia impôs a todos nós, e não só à Ucrânia, em pleno século XXI.

A perversão se instala neste mundo onde alguns países de governos autoritários e/ou de Extrema-Direita buscam dizer suas verdades tramando a violência com palavras que vão minando os nossos dias, com armas e com gestos conforme estamos vendo acontecer, também, em nosso querido Brasil. A construção da violência à moda Trump ou Putin não cabe por aqui. 

Meus caros, este pensamento arraigado em modelos ultrapassados e categoricamente mesquinhos não nos serve. E, desde sempre, nunca nos serviu. Nós somos um povo solar e um 'povo do cocar' tanto quanto do samba e do axé, somos descendentes de línguas distintas e ainda gostamos dos santos.


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Não somos ingênuos, as razões financeiras e políticas que embrulham a atmosfera deste momento, lá e cá, dizem muito da perversidade que se mostra. Destruir Universidades ou museus, atacar hospitais ou escolas é sempre uma forma de destruir a nossa civilização. São 'manobras' imundas de políticos ou governantes sem ética, que se colocam acima das leis. 

Estas ações que, algumas vezes se apresentam em série, aqui por exemplo tentam ameaçar a ordem e a nossa Constituição. São ordenadas fora da racionalidade, visando atordoar o povo e conseguir impor  decisões sem princípios humanos. 


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Se o mundo se desenvolve em ciclos, em nossas próximas décadas teremos que fazer avançar os cuidados à Natureza e priorizar a defesa das minorias. As mulheres terão um lugar importantíssimo por trazerem o direito de falar já alcançado, e somarem força com a postura e responsabilidade que carregam no corpo. Elas não mais permitirão uma sociedade formada em camadas machistas ou autoritárias.


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