Rio de Janeiro, 16.08.2022

Escrevo, simplesmente. 

(Penso e escrevo):

Se por um lado, podemos exaltar alguma grandeza nestes dias tristes demais, onde estamos inseridos, é porque podemos, também, enxergar que crescemos. A esperança que nos encobre como um véu não tem ingenuidade alguma. Estamos passando por desejo ou à força para o lado dos que temem o destino da terra, dos rios e das árvores que foram [todos ao mesmo tempo] abandonados pelos governantes do mundo.

Há neste momento aqui no Brasil, mais especialmente, um clima de renovação. E há campanhas políticas começando a acontecer revigoradas. E algumas vigorando ainda, infelizmente, entre mentiras e ânimos alterados. Os homens salientam seus traços de caráter nas falas destinadas aos seus possíveis eleitores. Temos pressa, e temos pressa porque a fome está presente na mesa de milhões de pessoas. E porque não temos mais paciência alguma com os políticos que desmontaram nossa vida acadêmica, nossa vida cultural, nossa saúde psíquica com um blá-blá-blá sem respeito algum pelo ser humano. 

Diante de nós, neste instante de mundo tão perverso e cheio de desigualdades, estão os mais necessitados. 

Nossas mãos e nossos pensamentos são fortes. 

Sejamos dignos de sonhar, e fazer acontecer!

  


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