Hoje e amanhã na cena brasileira

 Na cena brasileira de nossos dias, considerando os atos perversos e estúpidos que assistimos, caso nos interesse ver, verificamos o quão doente (psiquicamente) está uma parte de nossa população.

Não são só as palavras ditas por pequenos grupos bolsonaristas ao relento, e os gestos vociferados ao léu que nos indicam o fato. Mas as ordens escondidas e financiadas por um líder que se debate desde que perdeu as eleições presidenciais, e, mesmo antes, quando moveu o dinheiro público para preparar uma suposta vitória que nunca veio.

Meus caros, faz tempo que me movo escrevendo e dizendo e repetindo para alguns leitores, que chegam por aqui de diferentes partes do mundo, que no Brasil vivemos um governo perverso.

A afirmação não é apenas minha, e está constatada na maneira como o país foi governado, ou melhor, desgovernado nos últimos anos. E, embora as ações pudessem ser verificadas sobretudo com imagens de noticiários sérios no mundo não foi suficiente, por aqui, para cortar os desastres verificados.

O impeachment de Bolsonaro nunca foi levado a sério e o Congresso foi 'danificado' inteiramente ou quase por manobras políticas. 

Agora, estamos diante de um Brasil à la Trump,  bagunçado e acanhado porque as medidas chegam sempre tarde.

Um perverso, devo dizer, está sempre no lugar onde não estamos.

O pensamento de um governo perverso seguido de militares fora de lugar é algo assustador. E aqueles que o seguem trazem na expressão facial e no comportamento tudo isso junto:

Expressões desfiguradas

 e

Palavras sem sentido e destrutivas


No entanto, o tempo é nosso aliado e a lei existe em nosso país. 

Viva a Democracia!


Rio de novembro interminável,  2022

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