Texto sem tempo

 Faz tempo, e põe tempo nisto, que me indago sobre a falta de dignidade de alguns políticos de nosso país, que se interessam em difundir a falta de ética e a falta de respeito nas muitas formas como consomem a vida, se descuidando da vida dos demais cidadãos brasileiros, cidadãos que dependem de suas decisões - mais especialmente, na Câmara dos Deputados em Brasília, onde o lobby corre solto, e onde eles só querem pensar e manobrar para ganhar dinheiro com tudo. 

Os cientistas políticos, os historiadores e os pensadores em várias línguas se debruçam para escrever e criticar os políticos de Extrema-direita, os perversos Ditadores ou os ensandecidos Presidentes ao redor de nosso já maltratado mundo, dito civilizado, que fizeram invasões e guerras a outros povos. 

A literatura e o cinema se dobraram sobre o tema, e, muitas vezes apresentaram aos nossos olhos, nas últimas décadas, os personagens de nossa história tão cheia de atos e gestos bizarros. Guerras com fins lucrativos, vendas de armas, disputas de poder e território aconteceram demais e lançaram aos nossos pés, desde nossa juventude, o horror da guerra e a destruição de vários países, que surgiram inclusive nas canções críticas de músicos americanos, ingleses e outros perseverando a força da luta nas guitarras de Bob Dylan, John Lennon, Joan Baez para citar os que mais me tocaram.

Século XXI sem rumo ainda.

Século XXI sem paz no mundo.

Americanos na América do Norte, europeus de distintos povos, e outros insistem em fazer a guerra. E nós, latino-americanos, a tudo assistimos.

Insistindo em um outro tempo de Brasil, buscando sustentar a direção da ética, fazendo oposição aos insanos do Congresso somamos voz com alguns ministros do governo Lula: é hora de cuidar do Amazonas. É hora de buscar formas de energia limpa. Chega de tanta ignorância e falta de responsabilidade.

É hora, e já passa da hora, de falar sobre Paz no mundo.


Rio, 24.05.2023  

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