Manhã aberta

A tela em cores e cortes.

A cidade lavada de chuvas frias.

Tempo sem demora. 


Sem cessar acesso as telas claras pelos cantos.


O que dizer do luxo e do horror dos excessos?

Desfigurados de ganância. Homens cruéis. 

Pretexto pra tudo.


Passo ligeiro às cores e aos pastéis. 

Toco os pincéis. 

Arrumo o rumo.


A sílaba rápida não se separa de mim.

Persigo cores.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Em 11.09.2025

Nota triste