Alma de poesia

A noite chega silenciosa. As crianças da Palestina procuram onde deitar. O sono chega primeiro. Depois chega o medo. Depois chega a sede e a fome desmedida. Depois a escuridão toma conta de quase tudo.

Quando os tiros e as bombas são escutados na casa dos vizinhos, as crianças não choram. Esperam a alma do mundo alcançá-las em abraço fraterno. 


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Noite quente no Rio de Janeiro, 2024 sem abrigo.

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