Testemunhar, testemunhar

Hoje é sábado!

E fico atenta aos ruídos e acontecimentos deste mundo insano. Escuto as palavras de Edgar Morin nos seus 104 anos e, ainda, testemunhando o nosso tempo. 

Eu me sinto tão impotente neste momento, mas sempre posso dar lugar à palavra e testemunhar em versos e em prosa.

O possível bate em nossa porta com a força do necessário: a necessidade de testemunhar.


O sofrimento da perda de um amigo me leva a ler Freud, novamente!

*


O relógio oito bate os gemidos de um sábado. 

Mais um sábado germinando. 

 A vida gera a vida.

Sempre.


Rio de julho, 2025

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